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Posts Tagged ‘universidade’

por Talyta Singer
da Agência Laboratório

imagem meramente ilustrativa

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E eu não tô brincando! O CUCA junto com o Museu da Pré-História Casa Dom Aquino organiza amanhã uma exposição itinerante com peças das exposições de Arqueologia e Paleontologia no saguão do Restaurante Universitário. Você pode ver o material durante o almoço e jantar de amanhã (quinta-feira, dia 5). Na sexta, o material ficará no Saguão do ICET, a tal Rodoviária. Isso, cla-a-ro faz parte da programação da Semana do Calouro, mas os mais ‘históricos’ também estão convidados.

Mais?
Mas lê a notinha lá no blog do CUCA.

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por Guilherme Rosa Almeida*
do EMAU

mãos (e ferramentas) à obra!

mãos (e ferramentas) à obra!

O EMAU (Escritório Modelo de Arquitetura e Urbanismo) é uma iniciativa estudantil que realiza Extensão Universitária, entendida enquanto parte indissociável da Pesquisa e do Ensino de graduação. Valoriza e incentiva uma relação baseada no diálogo, onde a sociedade e a universidade estendem seus conhecimentos, construindo uma teia de relações. O projeto do EMAU foi concebido originalmente pela FeNEA (Federação Nacional de Estudantes de Arquitetura e Urbanismo do Brasil) e por ela incentivado em todas as instituições de ensino do país. O EMAU busca em suas ações realizar projetos que possuam caráter SOCIAL.

Na UFMT este projeto está sendo construído e felizmente encontrando apoio dentro e fora do curso de Arquitetura e Urbanismo. A extensão universitária e a gestão estudantil para muitos discentes é um mistério, muitos já nós procuraram gostando da idéia mais perdidos. Não existe mistério nenhum, existe INICIATIVA. A gestão estudantil simplificadamente quer dizer que não se espera por um professor(a) para tomar uma atitude; a ação depende de nós . E extensão infelizmente é uma dimensão, em geral, negligenciada nas Universidades. Extensão para nós é construir uma ponte com a sociedade externa à UFMT e assim arquitetar um mundo melhor.

Nossa primeira ação foi à divulgação no evento 24 horas de cultura, a construção de uma geodésica para o Movimento Panamby, que tem se mostrado um bom parceiro. Pretende-se correr as praças de Cuiabá com intervenções urbanas com esta geodésica, juntamente com o Panamby. Alguns integrantes do EMAU participaram de uma intervenção no HUJM e um projeto para a continuidade das ações está em andamento. Muitas idéias estão surgindo, muitas discussões, ainda precisamos andar muito, mas já começou.

“Quem sabe faz à hora, não espera acontecer”, diz uma música antiga e extremamente sábia. O que queremos com o EMAU é trabalhar, contribuir para transformar a sociedade e que isso possa se refletir e voltar nos transformando. Arquitetar mais que espaços, mas sonhos e correr para concretizá-los.

Mais?
Fale com o EMAU pelo emaufmt@hotmail.com

*Guilherme Rosa Almeida é Licenciado em Física pela UFSC e graduando em Arquitetura e Urbanismo na UFMT, além claro, de fazer parte do EMAU.

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por João Pede Feijão
e o Movimento Panamby

respeitem as formigas, elas tem mais o que fazer!

respeitem as formigas, elas tem mais o que fazer!

É preocupante achar que dinheiro público é o mesmo que dinheiro patronal. Diferentemente do financiamento patronal, os administradores de dinheiro público financiam programas e projetos sociais em função de princípios constituicionais que desenham a função e a finalidade do Estado: prover Saúde, Educação, Cultura e etc.

O que é mais grave é a conformidade de algumas pessoas ao ‘modus operandi’ de uma administração antiquada que reinou durante muito tempo no país; que privilegia os conchavos e as parcerias desonestas. Nós do movimento Panamby pensamos que, num país tão desigual como o nosso, é função do Estado estruturar a repartição de formas de produção e sustentabilidade, básicas, criativas e solidárias.

E mais grave ainda é a comparação do movimento estudantil com o movimento sindical; movimentos sindicais são movimentos de profissionais assalariados. Ou agora a categoria estudantil virou na prática uma categoria profissional? A educação vem sendo discutida em todas as suas interfaces. A educação não pode ser considerada apenas no seu modo formal. O Estado deve prover formas pedagógicas que possibilitem aos jovens elementos de discussão de seu cotidiano, de sua realidade. O Estado deve financiar as invenções políticas, culturais e tecnológicas do estudante. O movimento estudantil faz parte do processo pedagógico.  Senão fosse assim, como seria possível estas discussões sobre política e financiamento público que estão acontecendo? O DCE e o Panamby estão discutindo em seus veículos digitais de comunicação, propiciados pela estrutura universitária. Se nos atentarmos ao que está acontecendo veremos que a estrutura pública da universidade está na prática possibilitando o debate das diferenças ideológicas. E assim a Universidade está cumprindo uma de suas funções.

Nós do Movimento Panamby estamos na linha de frente na defesa pela universidade pública, porque este é o espaço que tem possibilitado nossa formação política, cultural e humana. E temos o dever de manter e melhorar este espaço para os futuros estudantes.

O que alguns estudantes não percebem é que esta melhoria está ligada diretamente a invenção de formas de fazer, aprender e construir. Discutir é importante, mas a discussão deve, obrigatoriamente, desembocar na manufatura dos espaços. Mãos a obra porque a tarefa não cessará com nossa morte. E que venham as formigas!

*Abra os olhos e diga ah! é uma expressão que tomamos emprestada de Roberto Piva. Aqui, ó.

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Seja um doador

A CABES (Coordenação de Assistência e Benefícios ao Servidor) em parceria com o Hemocentro de Cuiabá realiza na semana que vem, de segunda a sexta, campanha de doação de sangue na UFMT. O famigerado ônibus percorrerá a universidade a fim de captar e efetivar novos doadores. Para doar, basta trazer carteira de identidade, ter entre 18 e 65 anos, mais de 50 quilos, estar se sentindo bem, não ter ingerido alimentos gordurosos quatro horas antes da doação e ter dormido pelo menos 6 horas. Verdade seja dita: dói mais do que uma picada de formiga e mesmo assim esperamos vê-lo nos seguintes horários e locais:

IMEDIAÇÕES DOS BLOCOS ICHS/IL/IE/FAEC
Divulgação: 03/11/2008
Coleta: 04/11/2008 – Terça-feira
Horários: 08h as 12h, 14h as 18h e 19h as 22h

IMEDIAÇÕES DOS BLOCOS ICET/FAET//R.U
Divulgação: 04/11/2008
Coleta: 05/11/2008 – Quarta-feira
Horários: 08h as 12h e 14h as 18h

IMEDIAÇÕES DOS BLOCOS FCM/FEN/FANUT/IB/FD
Divulgação: 05/11/2008
Coleta: 06/11/2008 – Quinta-feira
Horários: 08h as 12h e 14h as 18h

IMEDIAÇÕES DOS BLOCOS CASARÃO/MATERIAL
Divulgação: 06/11/2008
Coleta: 07/11/2008 – Sexta-feira
Horários: 08h as 12h e 14h as 18h

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Prof. Dr. Henrique Cunha Junior
Universidade Federal do Ceará

A sociedade da informação e da tecnologia é a sociedade da inovação. As necessidades da população negra brasileira, das comunidades de quilombos, dos bairros de maioria afrodescendentes e dos países africanos criaram e formaram elos históricos que tiveram integrados por um sistema de exploração colonial e neo-colonial, da dominação ocidental que merece um tratamento específico e reflexivo do que representaria um novo paramento de relações de integração e também um novíssimo modo de relações universitárias e de produção do fazer universitário.

As integrações universitárias e as cooperações entre os países africanos e as nações industrializadas têm uma longa história com resultados nem todos louváveis e nem todos recomendáveis ou pelo menos desejáveis. Todos os sistemas de cooperação universitárias, mesmo com os países comunistas, no caso da Universidade Patrício Lumumba em Moscou, que tinha como referência auxiliar na emancipação dos povos, careceram de um paradigma renovador e da inclusão da história de africanos e da diáspora na pauta da elaboração reflexiva sobre as suas finalidades.

Por email, o professor envou este texto que discute a universidade, seu modo de pesquisar, educar e incluir. Para continuar lendo, clique ali embaixo.

(mais…)

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ufmt sinop

Hoje, sexta-feira, 6, Movimento Panamby, Conexões de Saberes, DCE, Próvivas, Cineclube Coxiponés e Quinteto de Metais da UFMT estão em Sinop. Os visitantes percorreram mais de 500km para participar da programação da Semana do Calouro do Campus de Sinop.

Muito bem recebidos e alojados em uma república formada por estudantes de Medicina Veterinária, a ala  estudantil da caravana realizou pela manhã uma conversa com alunos apresentando os trabalhos desenvolvidos em Cuiabá e motivando para o protagonismo estudantil aqui nas terras do Norte. Vale lembrar que o Campus Sinop tem apenas 1 ano e meio de existência e não existes CA’s ou órgãos paralelos que representem os anseios dos estudantes.

Programação 
Ainda pela manhã, o Cineclube Coxiponés apresentou curtas-metragens da Mostra Universitária de Vídeos e o Quinteto de Metais fez uma apresentação. Para a tarde estão previstas uma oficina de comunicação alternativa e mais uma exibição de vídeos. A noite, mais conversa, mais vídeo e mais metal. Yeah!

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feira popular

Temos o prazer de informar que começamos a arrecadação de produtos para a Feira do Elefante Branco. O que é isso?

A Feira Popular é o espaço para comercialização de produtos provenientes da rede de pequenos produtores e artesões, e juntamente com o Bazar Popular Tudo por R$1,00 e o Bazar Troca-troca formam a Feira do Elefante Branco, nome popular do Centro Cultural da UFMT onde acontece o evento.

O Bazar Popular é uma atividade que incentiva a reutilização de objetos de uso cotidiano: roupas, utensílios domésticos, brinquedos, artigos culturais entre outros, em bom estado de uso, que são arrecadados pelo Movimento Panamby e vendidos pelo preço de R$1,00, nos eventos realizados pelo Panamby e seus parceiros, independente do seu valor real. O valor arrecadado com a venda dos objetos será revertido para a própria infra-estrutura da feira (divulgação, limpeza, organização).

O Bazar Troca-troca é a atividade de troca de objetos diversos, que também faz parte do princípio da reutilização, consiste na apresentação de uma lista de objetos que as pessoas cadastradas disponibilizam para a troca. Não é permitido a comercialização dos produtos no Bazar Troca-troca. 

Os produtos a serem doados para a Feira Popular podem ser entregues no Casulo (sede do Movimento Panamby no Centro Cultural) a partir do dia 07 de fevereiro, ou seja, depois do Carnaval, entre 14h e 18h. No mesmo dia começam os cadastros para expositores e ‘trocadores’ de produtos.

Na dúvida, ligue para 3615-8378, mande um e-mail para movimentopanamby@gmail.com ou comenta aqui no blog.

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