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Posts Tagged ‘semana do calouro’

por Talyta Singer
da Agência Laboratório

imagem meramente ilustrativa

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E eu não tô brincando! O CUCA junto com o Museu da Pré-História Casa Dom Aquino organiza amanhã uma exposição itinerante com peças das exposições de Arqueologia e Paleontologia no saguão do Restaurante Universitário. Você pode ver o material durante o almoço e jantar de amanhã (quinta-feira, dia 5). Na sexta, o material ficará no Saguão do ICET, a tal Rodoviária. Isso, cla-a-ro faz parte da programação da Semana do Calouro, mas os mais ‘históricos’ também estão convidados.

Mais?
Mas lê a notinha lá no blog do CUCA.

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por Flavianny Tiemi
Borboleta, Piadora e Cuqueira

Enfim, voltamos de Salvador – Bienal da UNE, com muitas idéias e vontade de fazer. E essa vontade de fazer começa com a Semana do Calouro 2009/1, o Panamby, junto com o Centro Universitário de Cultura e Arte (CUCA), começou a organizar a Semana do Calouro com o tema: Quando move, tudo envolve ou ainda, quando envolve, tudo move.

Na programação tem desde a Festa do Calouro a Fantasia que denominamos de “terrero de todos os santos” – por conta das borboletas, morcegos e cuqueiros que se encantaram com Salvador – até oficina de cozinha vegetariana, pra gente começar a campanha de rango vegeta no RU.

A programação da Semana do Calouro tem o intuito de ser um espaço diverso, que seja um contraponto ao trote violento. Começa no dia 9 de março e vai até o dia 14, terminando com uma aula de campo multidisciplinar na Chapada dos Guimarães.

Ah, no dia 17/02, na matrícula, o Pira e o Panamby estará vendendo sonhos e colhendo propostas.

Pra conversá:

movimentopanamby@gmail.com

cucacuiaba@gmail.com

ou 3615 8378

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por João Pede Feijão
do Movimento Panamby

cada um no seu quadrado

cada um no seu quadrado

Ontem rolou no saguão do R.u. uma reunião ampliada, chamada pelo DCE para, supostamente, construir coletivamente a Semana do calouro 2009/1. Esta reunião não era deliberativa, pois a decisão já havia sido tomada numa reunião anterior. A dita cuja decisão é justamente a razão que me faz pensar nas “verdadeiras intenções” do Diretorio Central de Estudantes.

Na reunião, realizada semana passada, na sede do Diretório Central, ficou deliberado que cada entidade ou grupo específico ficaria “no seu quadrado”. Isso porque o DCE coloca em xeque a atuação política dos grupos e/ou entidades que tem seus projetos financiados com dinheiro público (ou como costumam afirmar, como os paladinos da lisura, “dinheiro da reitoria”). Eles preferem a chamada independência, ou seja, financiarem seus projetos com os próprios cofres.

Mas por trás desta retórica pseudo-política o que acontece é que os cofres do DCE só são possiveis por força do pagamento de aluguel das cantinas, que a propósito são irregulares e não pagam água nem luz. Depois, que o próprio DCE não paga nem água nem luz, nem construiu a própria sede ou coisa que o valha. Não que eu ache isso absurdo, mas o que torna a realidade absurda é essa distancia que, no geral, o movimento estudantil teima em dar entre disrcurso e prática. Ou seja tenho a sensação que não basta sonhar, mas é preciso acreditar no sonho a um limite esquizofrênico, onde o sujeito encorpora o mártir dos tempos áureos do movimento estudantil e se acredita para além do que se é; ignora o que come, como se locomove, como se sustenta. E isso é grave. É grave porque é sem duvida a razão do engessamento das discussões políticas no ambito das universidades. A medida que o sujeito não admite sua condição, não pode agir politicamente, porque não age do seu lugar e sim de um lugar inventado, que nem chega a ser utopia, pois mais me parece um transtorno mental, ou uma rachadura no córtex. Isso é resistir de dentro poço. É esvaziar o caráter político da ação em locus.

vocês não entendem nada...

vocês não entendem nada...

Outra fantasia que surge sempre nessas discussões é a certeza de que um projeto finaciado e propriciado por verba pública tem sua autonomia retirada. No fundo quem acredita nisso já está vendido e não consegue ver que finaciamento possibilita ações transformadoras. Não consegue ver que dinheiro, dentro do mundo capitalista, é quase o único meio de possibilitar qualquer ação. Confundir meio com fim. Ou acreditar que o meio é um fim denuncia que os que atacam o capitalismo são os que mais se encontram enterrados nele. Não conseguem agir estratégicamente. Não conseguem perceber o fator humano indomável que sistema nenhum é capaz de afetar, essa incrível capacidade nômade de dizer não a quem nos pretende comprar.

Só existe politicagem com dinheiro público graças a alienação desses movimentos que não conseguem pautar a boa utilização de recursos, porque ainda esperam que um santo ocupe a posição de poder. Há nisso uma clara dependência preguiçosa. Precisamos de uma radicalização da democracia, onde as pessoas arranquem a bunda da cadeira para de fato construir-mos um tal mundo novo.

E os mais engraçado é ouvir de um dos integrantes que o DCE é o grupo com “conteúdo político”. Engraçado nada, na verdade não tem graça nenhuma. Acerca das “verdadeiras intenções do DCE”, que não são nem um pouco misteriosas, eles só querem massagem no ego, sombra e água fresca, mas diante do contexto geral, nada de novo sob o sol.

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ou amigos da reitoria são de dar água na boca

ou amigos da reitoria são de dar água na boca ¹

Hoje, às 18 horas, no Diretório Central dos Estudantes (o DCE) da UFMT tem quebra-pau reunião ampliada. A galera vai discutir a Semana do Calouro 2009 em torno do:

se é melhor para os estudantes realizarem ações em conjunto, ou seja, os diversos grupos que atuam na universidade se aglomerando para melhor mostrar a diversidade que existe dentro dos muros universitários,
* ou se é melhor que cada grupo realize suas ações isoladas, e se mantenham assim, pelo menos na opinião da atual gestão do DCE, “independentes e livre das pressões governistas…”

Pós reunião postaremos aqui neste blog como foi a reunião, quais foram os pocisionamentos das pessoas que lá estiveram e qual a nossa opinião sobre o que é ser independente e livre de pressões governistas.

Lembrando:
É hoje, às 18h, no DCE-UFMT, no RU.
Vá lá e se expresse.

 

¹ – a foto faz parte do banco de imagens da LIFE (a Veja americana) que disponibilizou todo o seu acervo no Google. Argh! Detesto esse imperialismo. 🙂

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cinema.jpg  Cinema na OCA 

E a Semana do Calouro, com participação maciça de veteranos e calouros nas atividades propostas pelo Movimento Panamby, terminou. Estômagos ainda embrulhados depois dos curtas vegetarianos exibidos no Cinema na OCA que mostraram o processo nada agradável de produção da carne, o suor ainda na testa depois de uma trilha pelo zoológico e de uma roda de capoeira angola, sorrisos no rosto depois das brincadeiras diversas com malabares.  E dá pra dizer que o resultado foi, sim, positivo.

 

capoeira.jpg Roda de Capoeira

 

O Café Cultura nos mostrou que precisamos de um ambiente de convivência ampliado, e a atividade com mesas de jogos, palco livre, feira popular e cafezinho rolando passa agora a ser de rotina (começando pela próxima quarta-feira, dia 02). O Sarau do Calouro, e toda a chuva da sexta-feira, mostrou que o Centro Cultural precisa de reparos e que os grupos musicais da universidade precisam de mais espaços para se apresentar. Quem viu sabe, Branco ou Tinto, Big Trip e Neganjah fizeram ótimas apresentações e nem a água que se espalhava foi capaz de dissipar a galera que, devidamente fantasiada, se empoleirava na frente do palco.

 

sarau.jpg Sarau do Calouro

Estamos preparando um relatório detalhado sobre todas as atividades desenvolvidas com as devidas considerações sobre cada uma. Até amanhã, as fotos estarão disponíveis no flickr do Movimento Panamby e você que perdeu, poderá saber tim-tim por tim-tim como tudo aconteceu.

Infelizmente, os trotes, violentos e desnecessários continuam. Mas, com certeza, a idéia de que somos mudas e juntos podemos operar uma grande mudança, também continua.

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myphoto.jpeg

Hoje a partir das 21h acontece o Sarau do Calouro, onde fantasiados ou não, podem aproveitar os shows das bandas Big Trip, Neganjah e Branco ou Tinto, além de apresentações de dança do ventre, arte circense e poesia. A entrada, claro, é franca. A bebida é barata e eu, se fosse você, viria para o Centro Cultural.

Mas antes do Sarau, tem Cinema na OCA com o longa Viridiana e os curtas Não Matarás e Terráqueos e a Feira Popular, tudo a partir das 19h.

Vem!

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recorte.jpg

Hoje, quinta-feira, a Semana do Calouro se transforma em pura vivência e conhecimento com as oficinas, Feira Popular e Café Cultura. Dê uma olhada na progração e apareça.

16h – Oficinas
*Laboratório de Comunicação Alternativa
Uma oficina que se resume a uma grande troca de informações sobre como fazer a comunicação chegar a todo mundo, podendo ser produzida por qualquer um, de forma objetiva e dinâmica. Oficineiro: Talyta Singer

*A Caneta Pá-lavra
Um momento de interação de peosia, canetas e palavras.
Oficineiro: Antônio Sodré

*Vivência com malabares
Pra brincar e aprender uma forma de expressão artística.
Oficineiros: Valéria Schimdt, Éder e Everton Medeiros

*Dança
Remexa-se!
Oficineira: Mariana Prates

16h – Trilhas
Conheça a UFMT com quem realmente entende do assunto.
*Zoológico
Trilheiro: Gustavo Mendes – EMAZ
*Floresta
Trilheiro: Baco – Clube da Árvore

**As inscrições serão feitas a partir das 15h no Centro Cultural e os 50 primeiros calouros levam uma camiseta da Semana do Calouro 2008.

19h – Feira Popular

19h – Cinema na OCA
Produção audiovisual Fora do Eixo na mostra do Cine Cubo.

19h – Café Cultura
Todo mundo merece.

Ensaio aberto da Orquestra da UFMT, Palco Livre, Café free, Bar, Praça de Alimentação e Jogos Sedentários para a Juventude.

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