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Posts Tagged ‘pública’

por Guilherme Rosa Almeida*
do EMAU

mãos (e ferramentas) à obra!

mãos (e ferramentas) à obra!

O EMAU (Escritório Modelo de Arquitetura e Urbanismo) é uma iniciativa estudantil que realiza Extensão Universitária, entendida enquanto parte indissociável da Pesquisa e do Ensino de graduação. Valoriza e incentiva uma relação baseada no diálogo, onde a sociedade e a universidade estendem seus conhecimentos, construindo uma teia de relações. O projeto do EMAU foi concebido originalmente pela FeNEA (Federação Nacional de Estudantes de Arquitetura e Urbanismo do Brasil) e por ela incentivado em todas as instituições de ensino do país. O EMAU busca em suas ações realizar projetos que possuam caráter SOCIAL.

Na UFMT este projeto está sendo construído e felizmente encontrando apoio dentro e fora do curso de Arquitetura e Urbanismo. A extensão universitária e a gestão estudantil para muitos discentes é um mistério, muitos já nós procuraram gostando da idéia mais perdidos. Não existe mistério nenhum, existe INICIATIVA. A gestão estudantil simplificadamente quer dizer que não se espera por um professor(a) para tomar uma atitude; a ação depende de nós . E extensão infelizmente é uma dimensão, em geral, negligenciada nas Universidades. Extensão para nós é construir uma ponte com a sociedade externa à UFMT e assim arquitetar um mundo melhor.

Nossa primeira ação foi à divulgação no evento 24 horas de cultura, a construção de uma geodésica para o Movimento Panamby, que tem se mostrado um bom parceiro. Pretende-se correr as praças de Cuiabá com intervenções urbanas com esta geodésica, juntamente com o Panamby. Alguns integrantes do EMAU participaram de uma intervenção no HUJM e um projeto para a continuidade das ações está em andamento. Muitas idéias estão surgindo, muitas discussões, ainda precisamos andar muito, mas já começou.

“Quem sabe faz à hora, não espera acontecer”, diz uma música antiga e extremamente sábia. O que queremos com o EMAU é trabalhar, contribuir para transformar a sociedade e que isso possa se refletir e voltar nos transformando. Arquitetar mais que espaços, mas sonhos e correr para concretizá-los.

Mais?
Fale com o EMAU pelo emaufmt@hotmail.com

*Guilherme Rosa Almeida é Licenciado em Física pela UFSC e graduando em Arquitetura e Urbanismo na UFMT, além claro, de fazer parte do EMAU.

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por João Pede Feijão
e o Movimento Panamby

respeitem as formigas, elas tem mais o que fazer!

respeitem as formigas, elas tem mais o que fazer!

É preocupante achar que dinheiro público é o mesmo que dinheiro patronal. Diferentemente do financiamento patronal, os administradores de dinheiro público financiam programas e projetos sociais em função de princípios constituicionais que desenham a função e a finalidade do Estado: prover Saúde, Educação, Cultura e etc.

O que é mais grave é a conformidade de algumas pessoas ao ‘modus operandi’ de uma administração antiquada que reinou durante muito tempo no país; que privilegia os conchavos e as parcerias desonestas. Nós do movimento Panamby pensamos que, num país tão desigual como o nosso, é função do Estado estruturar a repartição de formas de produção e sustentabilidade, básicas, criativas e solidárias.

E mais grave ainda é a comparação do movimento estudantil com o movimento sindical; movimentos sindicais são movimentos de profissionais assalariados. Ou agora a categoria estudantil virou na prática uma categoria profissional? A educação vem sendo discutida em todas as suas interfaces. A educação não pode ser considerada apenas no seu modo formal. O Estado deve prover formas pedagógicas que possibilitem aos jovens elementos de discussão de seu cotidiano, de sua realidade. O Estado deve financiar as invenções políticas, culturais e tecnológicas do estudante. O movimento estudantil faz parte do processo pedagógico.  Senão fosse assim, como seria possível estas discussões sobre política e financiamento público que estão acontecendo? O DCE e o Panamby estão discutindo em seus veículos digitais de comunicação, propiciados pela estrutura universitária. Se nos atentarmos ao que está acontecendo veremos que a estrutura pública da universidade está na prática possibilitando o debate das diferenças ideológicas. E assim a Universidade está cumprindo uma de suas funções.

Nós do Movimento Panamby estamos na linha de frente na defesa pela universidade pública, porque este é o espaço que tem possibilitado nossa formação política, cultural e humana. E temos o dever de manter e melhorar este espaço para os futuros estudantes.

O que alguns estudantes não percebem é que esta melhoria está ligada diretamente a invenção de formas de fazer, aprender e construir. Discutir é importante, mas a discussão deve, obrigatoriamente, desembocar na manufatura dos espaços. Mãos a obra porque a tarefa não cessará com nossa morte. E que venham as formigas!

*Abra os olhos e diga ah! é uma expressão que tomamos emprestada de Roberto Piva. Aqui, ó.

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por Talyta Singer
da Agência Laboratório


Depois de milhares de emails, reuniões e bate-bocas neste sábado (8) o Fórum Permanente de Cultura elege os 54 delegados de Cuiabá que participaram da eleição do Coselho Estudual de Cultura. Em reunião na última quarta-feira, dia 5, a classe cultural definiu que o horário da votação será de 13h a 19h, sendo que de 13h a 14h acontece a eleição da comissão eleitoral que conduzirá os trabalhos até o final do dia. A comissão será formada por um representante de cada segmento a ser escolhido na própria reunião. Com a comissão à frente do processo, os candidatos a delegado podem se inscrever em chapas, cada uma com 54 pessoas e a classe vota nas chapas até às 19h. A previsão é que até às 21h, Cuiabá já saiba quem são seus representantes na articulação estadual para a eleição dos conselheiros estaduais de cultura.

Vale lembrar, a reunião de amanhã é aberta à todos que quiserem acompanhar as discussões, entretanto, só podem votar nos delegados aqueles que se cadastraram na Secretaria Municipal de Cultura entre segunda e quarta-feira passada. As pessoas aptas a votar devem ainda apresentar protocolo de cadastramento e documento de identificação antes de escolher uma das chapas de delegados.

Números inéditos
Eleição em qualquer instância é sempre um remexer de gentes e assuntos que ficam intocados por muito tempo. A parte boa da história é que esses movimentos sempre aproximam grupos e pessoas que andavam afastados da discussão pra pensar nas políticas culturais. Nessas, 1128 pessoas se credenciaram para a votação de amanhã, um número inédito que reúne, artistas, produtores e pessoas ligadas à várias áreas da cultura. A parte ruim é que também aparecem aquelas pessoas mais interessadas em ‘aprova meu projeto pelamordeus’ do que em discutir critérios. Mas tá. Sábado é o dia de ver como vai se encaminhar a eleição do conselho estadual e espero que você apareça lá pra fazer essa sua/nossa vontade de ter um conselho que dialoga com a classe e consegue definir prioridades atuando junto a Secretaria Estadual de Cultura.

Mais?
O MIC tá fazendo uma cobertura especial de toda a movimentação no seu novíssimo endereço, o mic.foradoeixo.org.br

E não esquece
O quê: Eleição dos delegados do Conselho Estudual de Cultura
Onde: Clube Feminino, Rua Barão de Melgaço, sede da Sec. Mun. de Cultura
Que horas: de 13h a 19h
Levar: Protocolo de votação e documento de identidade

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