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Posts Tagged ‘projetos’

Olha os projetos do povo aí, gente:

INTERVALO DE QUINTA
Hoje, meu povo, é o Dia do Choro. E isso quer dizer música boa e brasileira. Pra comemorar tem Paulo Monarco, Trio Filé com Fritas, Sidney Duarte, Grupo Choros e Serestas e Bionne tocando no palco do IL. Começa às 15h, então corre. O projeto é da ASSIM (Associação Independente de Música), do Centro Acadêmico de Músicas e das gurias do Bionne.
Ah, nem acreditei, repete:
CORRE PRO IL QUE TEM SHOW DAQUI A POUCO

 

ASSISTE O TRAILLER, PLIS
[yotube= http://www.youtube.com/watch?v=JZQ5CJR1Lh4]
Viu as imagens aí de cima? É uma produção lançada na Alemanha em 74, escrita e dirigida pelo chileno Alejandro Jodorowski. A rapeize da filosofia vai exibi-lo na sexta-feira (dia 24) e tem debate com os professores Gabriel Mograbi e Nazareno Eduardo. Depois, se alguém chegar a alguma conclusão sobre essa sucessão inusitada de cenas, manda um email pra mim?
Repete, tia
Fillosofia apresenta: A Montanha Sagrada
Em: 24 de abril – sexta-feira
No: Auditório I do ICHS
Ás: 18h30
Mais?
Pra mim, o trailler é suficiente.

 

SESSÃO DUPLA

O Núcleo Psicanálise e Cinema – projeto auto-explicativo – exibe filmes e debates relacionados a psicnálise. Em cartaz na semana que vem, A Vida dos Outros, filme de um diretor com nome impronunciável que levou uma pá de prêmio ao retratar a Alemanha pós-queda do muro de Berlim retratando a história de um espião que segue um casal de atores. O professor Aclyse de Mattos é o convidado especial para o debate após a sessão (de cinema, tá).
Repete pra eu entender?
Cinema e Psicanálise apresenta A Vida dos Outros
Em: 28 de abril – terça-feira
No: Auditório II do CCBS
Ás: 18h30
Mais?
Mais informações sobre o filme
Mais informações sobre o projeto

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Uma entrevista com o economista, Paulo Brant, que acaba de assumir a Secretaria de Cultura de Minas Gerais. Interessante o que ele fala sobre cultura e como a entende. Para nós, produtores culturais de Mato Grosso, que estamos tendo que provar que habitamos estas terras e refazer burocraticamente nossos projetos em apenas 05 dias, depois de os mesmos ficarem repousando por 04 meses – 120 DIAS – nas mesas da burocracia, embora alguns projetos tenham sido apreciados, votados, aprovados e liberados recursos ainda em maio (alô festa do queijo e queijandos…), seria interessante lermos a entrevista e, como sugeriu Wander, dar uma olhada no site www.cultura.mg.gov.br e descobrir o que os mineiros andam pensando e fazendo. Creio que, para alguns que militam a mais tempo na área em Mato Grosso, era o que almejávamos para Mato Grosso quando o Fórum Permanente contribuia com os debates e ações. Mas, vamos a leitura…ainda é tempo e estamos aprendendo.

Sergio Brito – Documentarista

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texto por Flavianny Tiemi
fotos por Movimento Panamby

Estive recentemente em Goiânia, pelo projeto “Berohokã – O Grande Rio”, no qual o Movimento Panamby está participando com a função de realizar a pesquisa do documentário sobre o rio Araguaia.

Fiquei hospedada, a convite do Vida Seca, na casa de um dos participantes do grupo. Por dois anos consecutivos, o Movimento Panamby, trouxe para o 24h de Cultura o grupo Vida Seca, um coletivo que trabalha com educação ambiental, social e musical, enfim, um coletivo de educadores.

Tive a oportunidade de conviver melhor com esses “meninos” do “lixo ritmado, batuque reciclado” e perceber que para além de músicos, percusionistas de mão cheia, que extraem do “lixo do mundo” um som único que ecoa nos modos de ser do seu coletivo, são educadores.

É impressionante ver os “meninos”, com muita alegria, ensinar que o corpo tem um som que é característico de cada personalidade e um ritmo que pode virar música, e para além, mostrar e provar que qualquer pessoa pode apreender a tocar, mesmo aqueles que como eu, não tem qualquer noção do que é um som, um instrumento ou um ritmo.

Juntamente com a educação musical trabalham a questão do lixo nos centros urbanos, a realidade dos catadores de materiais reciclados, a poluição dos recursos hídricos, a produção cultural, enfim, todos os temas que perpassam a realidade cotidiana de uma cidade.

O som que extraem de seus instrumentos não convencionais, não é sujo, mas vem daquilo que todos querem retirar das vistas e esconder. Trabalho único, de quem sabe o que está fazendo. São catadores da sonoridade, são educadores. Quem não conhece, procure ouvir e ver o trabalho do Vida Seca e também vale a pena conferir os trabalhos dos grupos Mina d`água e De volta ao Samba, que se apresentam nas noites goianas.

Aos meninos dessa casa de som, agradecimentos sinceros pela acolhida. O Panamby aguarda vocês em Cuiabá.

Nunca ouviu falar em Vida Seca? Conecte-se:
www.vidaseca.com.br
www.myspace.com/vidaseca

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