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Posts Tagged ‘política’

por MIC
as Mídias Integradas Cuiabanas

O Hell City fez um especial melhores de 2008 e convidou meiomundo pra criar seu top 10 e dar adeus ao ano velho. Mais ali embaixo tem o Panamby Top 11 e aqui tem o Top 16 do MIC que avaliou acontecimentos e novidades que fizeram de 2008 um ano beeeem legal. Ó:

Festival Calango
Estréia (séria) da maioria dos agentes da comissão de comunicação da Volume. Foi nesse puta Festival (com um puta cast de bandas) que a gente viu como uma equipe de comunicação funciona do melhor jeito que há: na prática, fora a realização de laboratórios de cobertura. Ressaltando também o Congresso Fora do Eixo, que aconteceu na semana do Festival, que vimos realmente qual era a proporção do evento. Além da realização de coletivas fechadas para a imprensa. Também teve o Calango na Escola, onde foram feitas oficinas de blog, rádio, web TV, fotografia e zine em escolas da rede pública de ensino.

24 Horas, 3ª SEDA, Festival Consciência Hip Hop, Convenção de Moda, Festival Cururu e Siriri
Eventos muito diferentes entre si, o que proporcionou ótimos laboratórios, cada um ensinando pra gente uma perspectiva diferente de como trabalhar na nossa área. O 24 horas de Cultura foi um evento gigante, feito na raça, onde trabalhamos diretamente com os parceiros do Panamby. A Convenção de Moda e o Festival Consciência Hip Hop levaram pra gente pra um mundo totalmente desconhecido assim como o último evento listado, que tem uma linguagem muito diferente do que estamos acostumados a trabalhar, foi a união do velho com o novo, tipo, tecnologias contemporâneas associadas a tradição cultural, resultando em um lindo evento. E por fim a SEDA veio pra qualificar os nossos agentes.

Revista Grifo e Revista Espectador, Blogs lançados esse ano
As duas revistas da cena cultural nasceram em 2008 com idéias muito parecidas: falar da cultura local de forma livre. E jeitos muito diferentes, a Espectador falando sobre os eventos e movimentos mais importantes da cultura local e a Grifo sem matéria de capa e cheia de seus artigos de opinião, entrevistas e piadinhas sem graça pensando em todos os vira-voltas que esse povo da cultura dá. Foram 2 Grifos e 3 Espectadores que mostraram que essa terra quente tem assunto pra muito papel, os impressos deram voz a um meio mundo de gente que mandou colaborações, criticou, achou bonito e veio junto falar junto com a gente. Sobre os blogs, isso popularizou as técnicas de comunicação derivadas das políticas de implementação de mídias independentes em coletivos parceiros do MIC e do EC.

WordPress, Ffffound, Flash, MediaFire, Flickr, Twitter, MySpace, Hi5 e por aí vai
2008 também foi o ano dos acessórios pra comunicação. Parece coisa pouca, mas no fim das contas os softwarezinhos deram foi uma mãozona na produção da comunicação cuiabana com seus serviços grátis e acesso fácil e agilizaram o trabalho que já estava acontecendo. Foi o ano de abandonar (ou quase) o Blogspot e descobrir como funciona o WordPress, alguns terás upados no MediaFire, horas de música disponíveis no MySpace, dedos cansados de fotografar que foram pro Flickr e por aí vai. Tamos é loucos pra ver o que 2009 vai trazer pra nossas telas e teclados.

Fórum de Cultura – Eleição dos Novos Conselheiros
Pelo impacto gerado na classe cultural, pelas novas perspectivas que esse momento gerou. Foi um laboratório de coberturas de eleições focando no debate político-cultural. Contou com elaboração de textos, coberturas dos fóruns e eventos da agenda eletiva, e também o lançamento do novo site do MIC.

Cubo Card em espécie
Aconteceu no Calango e como disse o Fabrício Nobre: “beira o lúdico”, um momento de consolidação das nossas ações, idéias e ideais.

Web Rádio Fora do Eixo
Pelas suas transmissões ao vivo, de eventos diferenciados, equipe trabalhando em rotatividade, e por proporcionar que as pessoas acompanhem nossa movimentação em tempo real. Agenda intensiva de transmissões de festivais e eventos de médio e pequeno porte em Cuiabá e em outras cidades brasileiras. A transmissão conseguiu envolver também agentes produtivos de outros coletivos do Circuito Fora do Eixo.

Prêmios Consciencia Hip Hop e Hell City
Pelo incentivo da busca de profissionalização e qualidade que isso causa nas produções, seja de musica, de eventos, de clipes, e etc.

Nova gestão do MISC
A gestão compartilhada dele, momento riquíssimo da historia, rs.

Lançamento do Portal Fora do Eixo
Projeto idealizado há dois anos e lançado em abril de 2008, promovendo assim um upgrade nas políticas de difusão e integração da rede do circuito

Projeto Monte Sua TV
Capitaneada pela Próxima Cena e que multiplicou o número de tv’s no Circuito Fora do Eixo


Transmissão ao Vivo – Web Rádio Fora do Eixo

1º Fórum de Mídias Independentes
Realização do 1º Fórum de MI no início do ano que lançou a necessidade de maior articulação e planejamento das mídias independentes em Cuiabá.

Grito Rock – cobertura e início das experimentações de linguagem da TV
Primeiro projeto do ano que lançou a Web TV Hell City, e uma nova forma de linguagem das TVs Online. Lá aconteceu também a segunda edição do projeto de Coletivas abertas ao público, que será repetida esse ano novamente;

Lançamento do MIC
Inauguração dos trabalhos das Mídias Integradas Cuiabanas, juntando mídias independentes de diferentes coletivos de Cuiabá.

Macaco Bong nos Melhores da Rolling Stone
Apesar de ter sido agora em janeiro, é fruto de um trabalho que vem sendo feito por nós de hell city há anos, e mais densamente em 2008. O disco entrou em dezenas de outras listas de melhores. Sem citar também os dois shows no Pop Montreal.Pela primeira vez uma banda de Hell City representou na gringa dessa maneira, com reconhecimento de público e crítica.


Portal Fora do Eixo

Vanguart novamente indicado ao VMB
Depois de Cachaça no ano anterior, em 2008 o Vanguart novamente entrou no VMB, dessa vez com o esperado clipe de Semáforo. Novamente contaram com o talento de Paulinho Caruso para a produção, dessa vez sem Otávio Pacheco, que provavelmente volte ao VMB em 2009 com o Noise James, do Macaco Bong. Mais visibilidade pra Cuiabá.

Surgimento do Coletivo Novo
Importante articulação em mais um segmento cultural, a produção da moda. Além de gerar campo de trabalho para agentes que já atuavam em entidades como a Volume, o Coletivo Novo aproximou mais profissionais da moda, que se interessaram pela movimentação da cultura alternativa. Um dos resultados foi a Convenção de Moda, evento muito bacana que colocou a moda na cabeça (e no corpo) dos alternas cuiabanos.

Reeleição do Wilson Santos
Teremos por mais 4 anos a gestão do prefeito que visualizou a descentralização da gestão para a sociedade civil, fazendo uso do processo de Governança Integrada, através do qual prefeitura e povo realizam ações conjuntas por intermédio das secretarias. O prefeito já anunciou que a Governança Integrada terá continuidade. Vale ressaltar também o trabalho do Mário Olímpio, gestor da pasta mais próxima dos nossos trabalhos, a da cultura.

Estabelecimento da Lojinha do Cubo
Aproveitando um espaço que já estava destinado há um certo tempo pra isso, a Cubo Discos, juntamente com a Volume Distribuição catalogou todos os produtos recebidos e coletados pelo Espaço Cubo e montou um super acervo, bem organizado e com variedade. As vendas são realizadas em espécie e em cards e os produtos podem ser adquiridos na sede do Espaço Cubo ou através da loja do Portal Fora do Eixo. Genial!

O MIC é Alfa Canheti,Fernanda Quevedo,Talyta Singer, Marielle Ramires, Lígia Torres, Dríade Aguiar, Ney Hugo, Vítor Torres, Bruno Corrêa e Luciano Ribeiro. Deu pra entender o tamanho da lista?

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por João Pede Feijão
e o Movimento Panamby

respeitem as formigas, elas tem mais o que fazer!

respeitem as formigas, elas tem mais o que fazer!

É preocupante achar que dinheiro público é o mesmo que dinheiro patronal. Diferentemente do financiamento patronal, os administradores de dinheiro público financiam programas e projetos sociais em função de princípios constituicionais que desenham a função e a finalidade do Estado: prover Saúde, Educação, Cultura e etc.

O que é mais grave é a conformidade de algumas pessoas ao ‘modus operandi’ de uma administração antiquada que reinou durante muito tempo no país; que privilegia os conchavos e as parcerias desonestas. Nós do movimento Panamby pensamos que, num país tão desigual como o nosso, é função do Estado estruturar a repartição de formas de produção e sustentabilidade, básicas, criativas e solidárias.

E mais grave ainda é a comparação do movimento estudantil com o movimento sindical; movimentos sindicais são movimentos de profissionais assalariados. Ou agora a categoria estudantil virou na prática uma categoria profissional? A educação vem sendo discutida em todas as suas interfaces. A educação não pode ser considerada apenas no seu modo formal. O Estado deve prover formas pedagógicas que possibilitem aos jovens elementos de discussão de seu cotidiano, de sua realidade. O Estado deve financiar as invenções políticas, culturais e tecnológicas do estudante. O movimento estudantil faz parte do processo pedagógico.  Senão fosse assim, como seria possível estas discussões sobre política e financiamento público que estão acontecendo? O DCE e o Panamby estão discutindo em seus veículos digitais de comunicação, propiciados pela estrutura universitária. Se nos atentarmos ao que está acontecendo veremos que a estrutura pública da universidade está na prática possibilitando o debate das diferenças ideológicas. E assim a Universidade está cumprindo uma de suas funções.

Nós do Movimento Panamby estamos na linha de frente na defesa pela universidade pública, porque este é o espaço que tem possibilitado nossa formação política, cultural e humana. E temos o dever de manter e melhorar este espaço para os futuros estudantes.

O que alguns estudantes não percebem é que esta melhoria está ligada diretamente a invenção de formas de fazer, aprender e construir. Discutir é importante, mas a discussão deve, obrigatoriamente, desembocar na manufatura dos espaços. Mãos a obra porque a tarefa não cessará com nossa morte. E que venham as formigas!

*Abra os olhos e diga ah! é uma expressão que tomamos emprestada de Roberto Piva. Aqui, ó.

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por João Pede Feijão
do Movimento Panamby

cada um no seu quadrado

cada um no seu quadrado

Ontem rolou no saguão do R.u. uma reunião ampliada, chamada pelo DCE para, supostamente, construir coletivamente a Semana do calouro 2009/1. Esta reunião não era deliberativa, pois a decisão já havia sido tomada numa reunião anterior. A dita cuja decisão é justamente a razão que me faz pensar nas “verdadeiras intenções” do Diretorio Central de Estudantes.

Na reunião, realizada semana passada, na sede do Diretório Central, ficou deliberado que cada entidade ou grupo específico ficaria “no seu quadrado”. Isso porque o DCE coloca em xeque a atuação política dos grupos e/ou entidades que tem seus projetos financiados com dinheiro público (ou como costumam afirmar, como os paladinos da lisura, “dinheiro da reitoria”). Eles preferem a chamada independência, ou seja, financiarem seus projetos com os próprios cofres.

Mas por trás desta retórica pseudo-política o que acontece é que os cofres do DCE só são possiveis por força do pagamento de aluguel das cantinas, que a propósito são irregulares e não pagam água nem luz. Depois, que o próprio DCE não paga nem água nem luz, nem construiu a própria sede ou coisa que o valha. Não que eu ache isso absurdo, mas o que torna a realidade absurda é essa distancia que, no geral, o movimento estudantil teima em dar entre disrcurso e prática. Ou seja tenho a sensação que não basta sonhar, mas é preciso acreditar no sonho a um limite esquizofrênico, onde o sujeito encorpora o mártir dos tempos áureos do movimento estudantil e se acredita para além do que se é; ignora o que come, como se locomove, como se sustenta. E isso é grave. É grave porque é sem duvida a razão do engessamento das discussões políticas no ambito das universidades. A medida que o sujeito não admite sua condição, não pode agir politicamente, porque não age do seu lugar e sim de um lugar inventado, que nem chega a ser utopia, pois mais me parece um transtorno mental, ou uma rachadura no córtex. Isso é resistir de dentro poço. É esvaziar o caráter político da ação em locus.

vocês não entendem nada...

vocês não entendem nada...

Outra fantasia que surge sempre nessas discussões é a certeza de que um projeto finaciado e propriciado por verba pública tem sua autonomia retirada. No fundo quem acredita nisso já está vendido e não consegue ver que finaciamento possibilita ações transformadoras. Não consegue ver que dinheiro, dentro do mundo capitalista, é quase o único meio de possibilitar qualquer ação. Confundir meio com fim. Ou acreditar que o meio é um fim denuncia que os que atacam o capitalismo são os que mais se encontram enterrados nele. Não conseguem agir estratégicamente. Não conseguem perceber o fator humano indomável que sistema nenhum é capaz de afetar, essa incrível capacidade nômade de dizer não a quem nos pretende comprar.

Só existe politicagem com dinheiro público graças a alienação desses movimentos que não conseguem pautar a boa utilização de recursos, porque ainda esperam que um santo ocupe a posição de poder. Há nisso uma clara dependência preguiçosa. Precisamos de uma radicalização da democracia, onde as pessoas arranquem a bunda da cadeira para de fato construir-mos um tal mundo novo.

E os mais engraçado é ouvir de um dos integrantes que o DCE é o grupo com “conteúdo político”. Engraçado nada, na verdade não tem graça nenhuma. Acerca das “verdadeiras intenções do DCE”, que não são nem um pouco misteriosas, eles só querem massagem no ego, sombra e água fresca, mas diante do contexto geral, nada de novo sob o sol.

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11 de novembro de 2008

teia brasilia 2008

Como vocês já sabem¹, borboletas, estou em Brasília, vim para o encontro da Teia², que começa a amanhã e tem uma programação extensa.

Foi um deus nos acuda pra conseguir chegar, mas enfim, chegamos: Eu, pelo Panamby e Lenissa Lenza pelo Espaço Cubo. O vôo saiu as 6h da manhã e não conseguimos embarcar pela mesma companhia aérea, viemos no mesmo horários em aeronaves diferentes. (rs)

Aqui só chove, passou o dia todo com chovendo. Brasília ainda me é muito estranha, paisagem bem distinta da nossa Cuiabá, tudo é amplo, grande, majestoso, muito bem disposto, nem parece uma cidade, com suas dinâmicas de sociais barulhentas e tumultuadas.

E aí vem o melhor: longe de casa, me deu mais vontade de trabalhar, pensar e organizar Panamby. E vejam o resultado: organizamos os trabalhos da Agência Laboratório.

Amanhã escrevo mais, sobre as impressões do 1º dia de encontro, estou um tanto afoita. Ah, e por incrível que pareça, ainda não tomei nem um gole de café e já são 20h19 aqui em Brasília.

Flavianny Tiemi
do Movimento Panamby


1
– Pra quem não sabia, Vivi (Flavianny) viajou para Brasília, levando o Panamby para participar…

2 – … da Teia: o encontro nacional dos pontos de Cultura. O evento reune mais de 800 entidades e centenas de artistas e ativistas culturais.

Mais?
O site da Teia
A programação da Teia
Que raio é um Ponto de Cultura? Descubra aqui.

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por Talyta Singer
da Agência Laboratório


Depois de milhares de emails, reuniões e bate-bocas neste sábado (8) o Fórum Permanente de Cultura elege os 54 delegados de Cuiabá que participaram da eleição do Coselho Estudual de Cultura. Em reunião na última quarta-feira, dia 5, a classe cultural definiu que o horário da votação será de 13h a 19h, sendo que de 13h a 14h acontece a eleição da comissão eleitoral que conduzirá os trabalhos até o final do dia. A comissão será formada por um representante de cada segmento a ser escolhido na própria reunião. Com a comissão à frente do processo, os candidatos a delegado podem se inscrever em chapas, cada uma com 54 pessoas e a classe vota nas chapas até às 19h. A previsão é que até às 21h, Cuiabá já saiba quem são seus representantes na articulação estadual para a eleição dos conselheiros estaduais de cultura.

Vale lembrar, a reunião de amanhã é aberta à todos que quiserem acompanhar as discussões, entretanto, só podem votar nos delegados aqueles que se cadastraram na Secretaria Municipal de Cultura entre segunda e quarta-feira passada. As pessoas aptas a votar devem ainda apresentar protocolo de cadastramento e documento de identificação antes de escolher uma das chapas de delegados.

Números inéditos
Eleição em qualquer instância é sempre um remexer de gentes e assuntos que ficam intocados por muito tempo. A parte boa da história é que esses movimentos sempre aproximam grupos e pessoas que andavam afastados da discussão pra pensar nas políticas culturais. Nessas, 1128 pessoas se credenciaram para a votação de amanhã, um número inédito que reúne, artistas, produtores e pessoas ligadas à várias áreas da cultura. A parte ruim é que também aparecem aquelas pessoas mais interessadas em ‘aprova meu projeto pelamordeus’ do que em discutir critérios. Mas tá. Sábado é o dia de ver como vai se encaminhar a eleição do conselho estadual e espero que você apareça lá pra fazer essa sua/nossa vontade de ter um conselho que dialoga com a classe e consegue definir prioridades atuando junto a Secretaria Estadual de Cultura.

Mais?
O MIC tá fazendo uma cobertura especial de toda a movimentação no seu novíssimo endereço, o mic.foradoeixo.org.br

E não esquece
O quê: Eleição dos delegados do Conselho Estudual de Cultura
Onde: Clube Feminino, Rua Barão de Melgaço, sede da Sec. Mun. de Cultura
Que horas: de 13h a 19h
Levar: Protocolo de votação e documento de identidade

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por Ana Cristina Vieira
da Assessoria da Secretaria Municipal de Cultura


O Fórum Permanente Mato-grossense de Cultura, Secretaria Municipal de Cultura e Conselho Municipal de Cultura de Cuiabá convocam a classe artística para cadastramento de agentes culturais, que ocorrerá até quarta-feira, dia 5 de novembro. Todos os agentes do cenário cultural podem se cadastrar até quarta-feira, levando como documentos o RG e CPF. Os formulários estão disponíveis na Secretaria da Cultura de Cuiabá, localizada na Rua Barão de Melgaço, 3677, centro da capital, que está funcionando em horário especial: das 8h às 20h. O credenciamento acontece de 8h as 12 e de 14h a 18h.

O cadastramento tem como objetivo a habilitação dos agentes culturais de Cuiabá para eleição de 54 delegados que votam no Conselho Estadual de Cultura. A eleição ocorrerá no sábado, dia 8 de novembro, no Clube Feminino, das 15 às 19h. Cada município realizará seu cadastramento e eleição dos delegados. São os delegados que vão votar, posteriormente, para a escolha dos representantes da classe artística que integrarão o Conselho Estadual de Cultura. A participação efetiva é de fundamental importância para a construção da política pública de cultura democrática.

Informações: 3025-7490

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