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Talyta Singer | Agência Laboratório

www.blogdocafil.wordpress.com

Começamos o ano com mais uma oficina do circo de improvisação (ou será Curso de Filosofia) cujo tema muito bem trabalhado ao longo desses inomináveis anos é: “Eu finjo que faço, tu finges que gosta e fingimos que estudamos”. Quem quer marmelada?

Alguma coisa não acontece na Filosofia. É isso que o Centro Acadêmico do curso quer mostrar com um manifesto postado no seu (novíssimo) blog.

Quer ler na íntegra? Clica aqui, jovem.

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Nos últimos dias ocorre na FAMEV (Faculdade de Agronomia e Medicinina Veterinária) uma movimentação dos estudantes em função do desrespeito a comunidade acadêmica ao promover de modo abrupto e antidemocrático as eleições para o cargo de diretor da faculdade. E ainda, tendo a Congregação da FAMEV violado um acordo historio: “garantia de eleições paritárias”, ao estabelecer a (des)proporção de 70% do peso dos votos para docentes, 15% para discentes e 15% para os técnicos.

Em Assembléia Geral, os estudantes de agronomia decidiram paralisar as atividades acadêmicas por quarenta e oito horas, no dia 13 e 14 de outubro, em protesto à decisão da congregação. Paralisação esta que gerou ofensas pessoais e perseguições a alunos, como amplamente noticiado pela mídia. Como resultado da paralisação os estudantes de agronomia conseguiram um espaço na reunião da congregação do dia 24 de outubro que, em tese, seria para reconsiderar a questão da paridade nessas eleições. No entanto, o pedido dos estudantes, foi descaracterizado pelos membros da Congregação que se mostrou fechada aos argumentos apresentados pelos mesmos, demonstrando ser autoritária e hostil quanto a presença dos alunos na reunião.

Os estudantes de Agronomia se perguntam o porquê dessa proporção nessa eleição “atropelada” e antidemocrática. O cenário apresenta-se como uma forma dos professores de impor o candidato que lhes convém, desqualificando a opinião dos técnicos e estudantes. Cumpre mencionar que assim como os técnicos, os estudantes de agronomia, decidiram em assembléia geral, boicotar as eleições caso ocorram desse modo antidemocrático. Cumpre lembrar a importância que essa atitude dos estudantes de agronomia tem para a comunidade acadêmica como um todo, ainda mais considerando que sua realização ocorre em um ano em que aconteceram eleições para reitoria onde a paridade fora observada.

Em função dessa relevância que o DCE da UFMT motivado pelo Centro Acadêmico de Agronomia, realizou no ultimo dia 24 de outubro uma reunião do Conselho das Entidades de Base, onde compareceram vinte e um centro acadêmicos que retomaram a discussão pela paridade nas eleições acadêmicas e acordaram a elaboração do presente documento exigindo uma postura da Administração Superior da UFMT que nesta data é empossada. Desta feita, prosseguimos aduzindo os fatos e argumentos que embasam nosso posicionamento.

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No dia 21 de agosto, última quinta-feira, durante a reunião do Conselho Superior Universitário (Consuni), foi aprovada a criação de uma resolução que deverá regulamentar o uso dos espaços da UFMT para realização de festas, eventos e alojamento. Por “espaços”, entenda-se os saguões, interiores dos prédios e imediações. Por “festas” ou “eventos” entenda-se qualquer reunião de pessoas com atividade musical e comercialização de bebidas.

Em outras palavras, tal regulamentação proíbe o uso daqueles determinados espaços da universidade para festas, eventos e alojamento. Para essas atividades restarão as quadras externas e os estacionamentos. Essa resolução tramita desde 2007 e tanto os representantes dos estudantes no Consuni, quanto coletivos que atuam na UFMT manifestaram oposição. Por quê?

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Assine o manifesto online aqui
Mais informações sobre o manifesto no www.manifestoproibidoproibir.blogspot.com
Ou continue lendo:

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medalha!

NaPaná e Navegantes com medalha no YouTube

Aquele VT de divulgação do show do Navegante (hoje!) na Casa Fora do Eixo que foi produzido pelo NaPaná, o recém criado núcleo audiovisual do Movimento Panamby, figura entre os vídeos brasileiros mais vistos hoje no YouTube. Frase grande pra dizer: temos uma medalha! Vá pra CAFE ver o show dos guris e comemore com a gente.

Não viu o vídeo? Clica aqui!
E não esquece, o Navegante toca a partir das 22h, com entrada que custa R$5cão.

entrevista
‘Com ânimo pra fazer música brasileira’

montagem e foto de Vitor Torres

A gente anda falando bastante nisso: Navegante toca hoje na Casa Fora do Eixo, em mais uma edição do Parangolé. E agora é a vez da banda falar. Eu, Talyta Singer, entrevistei via msn Celsinho Barreto, responsável pelas letras, um violão e algumas vozes na banda.

Clique aí pra ler a entrevista inteirinha.

chegou por e-mail
Meia Amazônia não dá!

Durante a Semana do Meio Ambiente o Greenpeace concentrou todos os seus esforços para conseguir levar à população brasileira um problema que ameaça a Amazônia: o Projeto de Lei 6424. Se aprovado, esse projeto poderá por fim às nossas florestas, em especial à Amazônia, pois reduzirá a reserva legal para 50% do tamanho que é hoje. Mais do que nunca precisamos da sua ajuda!

Fomos a diversas cidades buscando apoio para que essa ameaça não se torne realidade. Mais de 4 mil pessoas visitaram nossos stands e participaram do abaixo-assinado dizendo não a essa ameaça. Até agora já são mais de 30 mil assinaturas no site www.meiaamazonianao.org.br.

A Amazônia precisa da sua ajuda! Junte-se a nós!

Um grande abraço,
Joanna Guinle
Coordenadora da Campanha Meia Amazônia Não

Mais?
+ Assista o video da campanha
+ Participe do abaixo-assinado

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Manifesto da Rede Mato-Grossense de Educação Ambiental – REMTEA

“Aos esfarrapados do mundo e aos que neles se descobrem e, assim descobrindo-se, com eles sofrem, mas, sobretudo, com eles lutam.” Paulo Freire

O quilombola Mata Cavalo localiza-se em Nossa Senhora do Livramento, no Estado de Mato Grosso, e, há um sentimento de pertencimento a este território, circunscrito na identidade de descendentes de escravos. A terra, em pleno movimento de disputas jurídicas, foi dada como terra dos quilombolas pelo INCRA, entretanto, até o momento nada foi feito para que a situação fosse legalizada. Amiúdam-se, coladas à civilização passada, a constrangedora memória de uma das piores atrocidades humanas, porém, carregam também os desejos de quem aguarda driblar um sistema perverso pela justiça, ainda que tardia nas imposturas, ardis e tempos fugidios.

No cenário das injustiças socioambientais, testemunhamos em Mata Cavalo, no dia 04junho08, o despejo de várias famílias das terras de fazendeiros, tradicionalmente dominadores hegemônicos do local, desde que visam à destruição ecológica e social estabelecendo a vulnerabilidade econômica. A chamada “autoridade local” aprisionou três moradores por desacato à autoridade, mas algumas perguntas que não conseguem se calar expõem-se neste manifesto: como fazer valer a voz de prisão para a morosidade de um órgão como o INCRA, que já tem o parecer favorável de um juiz, como sendo as terras do local pertencentes aos quilombolas? Como aprisionar o desrespeito igualmente de autoridades, membros da sociedade civil, esmagados pelo poder corrompido pelo capital? Como manter a dignidade na afirmação de uma das fazendeiras locais, que em tom de ameaça se dirigia à liderança quilombola: “é o primeiro despejo de muitos”.

Entre o estorvo que nos cansa, a fraude se refaz, e a luta novamente é lembrada no descompasso disforme de um abismo que parece nunca estabelecer uma ponte ética de vida digna. Por isso, a Rede Mato-Grossense de Educação Ambiental (REMTEA) lança este manifesto a favor do quilombola Mata Cavalo, e não apenas sendo contrária a este despejo especificamente, mas esperando que a justiça social e ambiental seja capaz de regularizar todas as terras quilombolas, com respeito aos direitos legais de terra e, essencialmente, às identidades negras, para o restauro da herança africana no mosaico da brasilidade.

Ao mundo racista por doenças neoliberais, queremos a guinada histórica que restaure a esperança, ainda que num território onde os ponteiros do relógio se atrasam para marcar a hora da eco-justiça. Manifestamos, sobremaneira, a recuperação entre o céu e a terra; entre religião e política; entre territórios e identidades; para que Mata Cavalo seja independente para realizar suas próprias escolhas e alçar a liberdade de um novo universo mais socialmente inclusivo e ecologicamente protegido.

ODE À JUSTIÇA
Guilherme Tomichiyo Teixeira de Sousa
18 anos (estudante do ensino médio)

Quando a justiça enlouqueceu
Pôs-se em Mata Cavalo a brigar
Viu uma terra no céu
Viu o lucro por ela entrar

Na demência em que se perdeu
Pôs-se às famílias a explorar
Estava longe do céu
Estava perto de tomar

E no desvairo seu
Pôs-se dona Tereza a protestar
Queria casa no céu
Queria sua família morar

E a justiça perdeu
As algemas para aprisionar
Estava perto do céu
Estava longe de amar

As algemas que Deus lhes deu
Ruflaram de par em par
Suas garras alcançaram o céu
Suas famílias passaram a vagar

Cuiabá, 05 de junho de 08 – Dia Internacional do Meio Ambiente
Rede Mato-Grossense de Educação Ambiental – REMTEA
remtea@ufmt.br

Assinam este manifesto:
Rede Axé Dudu
Grupo Pesquisador de Educação Ambiental UFMT
Associação de Ecologia de Mato Grosso – AME MATO GROSSO
Associação da Voz Animal – AVA
Associação Rondopolitana de Proteção Ambiental – ARPA-ROO
Coletivo Jovem de Mato Grosso – CJMT
Movimento Artista pela Natureza MT
Centro de Pesquisa do Pantanal – CPP
Movimento Panamby

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