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Posts Tagged ‘lixo’

por Talyta Singer
do fã-clube do Vida Seca

flickr.com/vidaseca

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E o Movimento Panamby, junto com o CUCA Cuiabá, tem a honra de apresentar Som de Sucata, o 1º cd do Vida Seca. Os guris vem de Goiânia pra cá para o Sarau do Calouro Lunático, onde além do Triêro e das lunetas pra ver o céu, eles são atração especial. O cd tem7 composições, todas feitas a base de criatividade, experimentação e lixo. Sim, senhor. O Vida Seca usa do que se convencionou a atirar fora para produzir música, ensinar música e encantar ouvidos.

O grupo que surgiu em 2004 é formado por Thiago Verano, Igor Zargov, Danilo Rosolem e Ricardo Roqueto e as músicas nascem de um processo de criação coletiva que envolve, além da improvisação, um trabalho de pesquisa de timbres, já que os instrumentos não passam por nenhum tipo de beneficiamento além da limpeza. Além desta pesquisa sonora, as temáticas das músicas que possuem alguma letra são muito influenciadas por essa escolha de usar o lixo e a sucata, rendendo músicas como “Urubu” e “Tambor de Catadora”, que fala dos catadores de materiais recicláveis.

24hdecultura.wordpress.com

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Mas a música não é a única atividade do grupo, que também desenvolve oficinas de arte-educação com o nome Lixo Ritmado, Batuque Reciclado, que se você é espertinho sabe que rolaram aqui em Cuiabá durante o 24h de Cultura em 2006 e 2007. É nas oficinas que o grupo pode passar de forma mais abrangente e acessível sua experiência sobre o uso de materiais descartados na criação musical, além de problematizar toda a cadeia do lixo, desde a produção, consumo, até a destinação final. As oficinas também remetem a origem do grupo, que começou em 2003 como uma experiência de bloco de percussão, o Bloco do Lixo, que surgiu a partir de oficinas de percussão que ocuparam e re-movimentaram culturalmente a sede do Diretório Central dos Estudantes – DCE da UFG. (É, por mais que tem gente que não acredite, a música e da cultura servem para gerar novo olhares).

Essa relação com educação, movimentos sociais e estudantis é que mantém as raízes do Vida Seca com a rua e os espaços públicos através da apropriação de materiais rejeitados pela sociedade, questionar a própria sociedade e re-ocupar física e sonoramente os espaços públicos. E é por tudo isso que o lançamento do cd Som de Sucata acontece na UFMT durante as atividades da Semana do Calouro. Ainda falando com o Ricardo “A Universidade é um ambiente frutífero às provocações que a sociedade necessita para avançar.” Nós também acreditamos nisso.

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Ouça o Vida Seca
Veja o Vida Seca
E vem pro Sarau, que é sexta, dia 20 na Adufmat. 😉

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por Talyta Singer
da Agência Laboratório

flickr.com/mauricioiazzetta

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Nossa ansiedade em reduzir a produção de resíduos sólidos, reutilizar e reciclar o que sobra  nos fez desenvolver o Calango Verde junto com o Espaço Cubo. Coisa fácil, trabalhar pela minimização dos resídios produzidos pelos festival trabalhando com material gráfico em papel que se decompõe mais rapidamente, separar, coletar e encaminhar os resíduos pra reciclagem, distribuir canecas e trabalhar com a conscientização de que é preciso fazer e isso não custa muito.

Durante os dias do Calango, Movimento Panamby e catadores que fazer parte do MNCR (Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis) estarão espalhados pela arena do festival trabalhando nisso. Além do NaPána que está produzindo material em vídeo que ajude a visualizar a importância do processo.

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lixeiras

A UFMT iniciou há cerca de quinze dias a instalação de lixeiras para a coleta seletiva do lixo. Segundo Rubens Mauro, prefeito do Campus, são 200 novas lixeiras amarelas, para lixo comum, 40 jogos de lixeiras coloridas para a separação do lixo e 40 jogos de lixeiras coloridas móveis a serem usadas durante eventos.

Em uma atividade de caracterização dos resíduos sólidos, realizado por estudantes da UFMT no ano de 2004, identificou que 45% dos resíduos são papéis (azul); 23% plásticos (vermelho) diversos o restante são vidros (verde), metais (amarelo), resíduos ambulatoriais, e orgânicos. Assim, inicialmente, a prefeitura instalará lixeiras nas cores correspondentes aos maiores volumes de resíduo.

O Movimento Panamby apóia esse trabalho e agradece a todos que colaboram em colocar o lixo em seu devido lugar, lembrando que além de separar é importante reduzir e, sempre que possível, reutilizar.

Dica: Visite o site da USP Recicla para saber mais sobre o assunto. 

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