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por Silvana Córdova | enviado para a lista do Fórum Permanente de Cultura

Oficina de Jornalismo Cultural - Teia 2007

Oficina de Jornalismo Cultural - Teia 2007

As páginas de cultura dos jornais, de circulação local, regional ou nacional, trazem na grande maioria das vezes, matérias, reportagens ou artigos voltados para uma cultura que segrega parcela da população. Ora, se um faminto não tem acesso à comida, quiçá ao teatro, ao cinema, aos grandes eventos! Se não tem acesso ao “bê-a-bá”, quiçá às obras euclidianas, machadianas ou quaisquer outras obras de grande vulto! Cultura para nós, chamados “letrados”, pode ser tudo isso citado acima. E, nos deliciamos com tais objetos.

Porém, cultura também é saber “juntar as letrinhas”. Soletrar. Contar até dez. Pintar com giz-de-cera. Porque os jornais não separam um pequeno espaço, na seção de cultura, para tentar estimular essa cultura primária? Essa resposta é fácil: pobre não compra jornal. O espaço do jornal é caro. Ou qualquer outra desculpa que atinja o vil metal. Pobre não compra jornal, mas o abastado compra. E, estimulando esse abastado a fazer algo pela cultura primária, pode surtir algum efeito, mesmo que pequeno.

Onde está o caráter social do jornalismo? Ficou nos primórdios? O espaço é caro? Não precisa abdicar. Conquiste parceiros nessa idéia! As empresas têm seus projetos sociais e o espaço do jornal pode ser aproveitado por elas. Até incentivo fiscal existe para facilitar essa troca. O que não é admissível é a desfaçatez, o mascaramento, o apartheid cultural que é promovido pelos impressos diários, semanais ou mensais. Os espaços destinados à cultura tornaram-se uma grande agenda, onde até se paga para que matérias sejam publicadas. A revisão desse papel do jornalismo cultural deveria ocorrer de imediato, para que os meios de comunicação possam ajudar tirar o atraso que se encontra a educação brasileira.

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por MIC
as Mídias Integradas Cuiabanas

O Hell City fez um especial melhores de 2008 e convidou meiomundo pra criar seu top 10 e dar adeus ao ano velho. Mais ali embaixo tem o Panamby Top 11 e aqui tem o Top 16 do MIC que avaliou acontecimentos e novidades que fizeram de 2008 um ano beeeem legal. Ó:

Festival Calango
Estréia (séria) da maioria dos agentes da comissão de comunicação da Volume. Foi nesse puta Festival (com um puta cast de bandas) que a gente viu como uma equipe de comunicação funciona do melhor jeito que há: na prática, fora a realização de laboratórios de cobertura. Ressaltando também o Congresso Fora do Eixo, que aconteceu na semana do Festival, que vimos realmente qual era a proporção do evento. Além da realização de coletivas fechadas para a imprensa. Também teve o Calango na Escola, onde foram feitas oficinas de blog, rádio, web TV, fotografia e zine em escolas da rede pública de ensino.

24 Horas, 3ª SEDA, Festival Consciência Hip Hop, Convenção de Moda, Festival Cururu e Siriri
Eventos muito diferentes entre si, o que proporcionou ótimos laboratórios, cada um ensinando pra gente uma perspectiva diferente de como trabalhar na nossa área. O 24 horas de Cultura foi um evento gigante, feito na raça, onde trabalhamos diretamente com os parceiros do Panamby. A Convenção de Moda e o Festival Consciência Hip Hop levaram pra gente pra um mundo totalmente desconhecido assim como o último evento listado, que tem uma linguagem muito diferente do que estamos acostumados a trabalhar, foi a união do velho com o novo, tipo, tecnologias contemporâneas associadas a tradição cultural, resultando em um lindo evento. E por fim a SEDA veio pra qualificar os nossos agentes.

Revista Grifo e Revista Espectador, Blogs lançados esse ano
As duas revistas da cena cultural nasceram em 2008 com idéias muito parecidas: falar da cultura local de forma livre. E jeitos muito diferentes, a Espectador falando sobre os eventos e movimentos mais importantes da cultura local e a Grifo sem matéria de capa e cheia de seus artigos de opinião, entrevistas e piadinhas sem graça pensando em todos os vira-voltas que esse povo da cultura dá. Foram 2 Grifos e 3 Espectadores que mostraram que essa terra quente tem assunto pra muito papel, os impressos deram voz a um meio mundo de gente que mandou colaborações, criticou, achou bonito e veio junto falar junto com a gente. Sobre os blogs, isso popularizou as técnicas de comunicação derivadas das políticas de implementação de mídias independentes em coletivos parceiros do MIC e do EC.

WordPress, Ffffound, Flash, MediaFire, Flickr, Twitter, MySpace, Hi5 e por aí vai
2008 também foi o ano dos acessórios pra comunicação. Parece coisa pouca, mas no fim das contas os softwarezinhos deram foi uma mãozona na produção da comunicação cuiabana com seus serviços grátis e acesso fácil e agilizaram o trabalho que já estava acontecendo. Foi o ano de abandonar (ou quase) o Blogspot e descobrir como funciona o WordPress, alguns terás upados no MediaFire, horas de música disponíveis no MySpace, dedos cansados de fotografar que foram pro Flickr e por aí vai. Tamos é loucos pra ver o que 2009 vai trazer pra nossas telas e teclados.

Fórum de Cultura – Eleição dos Novos Conselheiros
Pelo impacto gerado na classe cultural, pelas novas perspectivas que esse momento gerou. Foi um laboratório de coberturas de eleições focando no debate político-cultural. Contou com elaboração de textos, coberturas dos fóruns e eventos da agenda eletiva, e também o lançamento do novo site do MIC.

Cubo Card em espécie
Aconteceu no Calango e como disse o Fabrício Nobre: “beira o lúdico”, um momento de consolidação das nossas ações, idéias e ideais.

Web Rádio Fora do Eixo
Pelas suas transmissões ao vivo, de eventos diferenciados, equipe trabalhando em rotatividade, e por proporcionar que as pessoas acompanhem nossa movimentação em tempo real. Agenda intensiva de transmissões de festivais e eventos de médio e pequeno porte em Cuiabá e em outras cidades brasileiras. A transmissão conseguiu envolver também agentes produtivos de outros coletivos do Circuito Fora do Eixo.

Prêmios Consciencia Hip Hop e Hell City
Pelo incentivo da busca de profissionalização e qualidade que isso causa nas produções, seja de musica, de eventos, de clipes, e etc.

Nova gestão do MISC
A gestão compartilhada dele, momento riquíssimo da historia, rs.

Lançamento do Portal Fora do Eixo
Projeto idealizado há dois anos e lançado em abril de 2008, promovendo assim um upgrade nas políticas de difusão e integração da rede do circuito

Projeto Monte Sua TV
Capitaneada pela Próxima Cena e que multiplicou o número de tv’s no Circuito Fora do Eixo


Transmissão ao Vivo – Web Rádio Fora do Eixo

1º Fórum de Mídias Independentes
Realização do 1º Fórum de MI no início do ano que lançou a necessidade de maior articulação e planejamento das mídias independentes em Cuiabá.

Grito Rock – cobertura e início das experimentações de linguagem da TV
Primeiro projeto do ano que lançou a Web TV Hell City, e uma nova forma de linguagem das TVs Online. Lá aconteceu também a segunda edição do projeto de Coletivas abertas ao público, que será repetida esse ano novamente;

Lançamento do MIC
Inauguração dos trabalhos das Mídias Integradas Cuiabanas, juntando mídias independentes de diferentes coletivos de Cuiabá.

Macaco Bong nos Melhores da Rolling Stone
Apesar de ter sido agora em janeiro, é fruto de um trabalho que vem sendo feito por nós de hell city há anos, e mais densamente em 2008. O disco entrou em dezenas de outras listas de melhores. Sem citar também os dois shows no Pop Montreal.Pela primeira vez uma banda de Hell City representou na gringa dessa maneira, com reconhecimento de público e crítica.


Portal Fora do Eixo

Vanguart novamente indicado ao VMB
Depois de Cachaça no ano anterior, em 2008 o Vanguart novamente entrou no VMB, dessa vez com o esperado clipe de Semáforo. Novamente contaram com o talento de Paulinho Caruso para a produção, dessa vez sem Otávio Pacheco, que provavelmente volte ao VMB em 2009 com o Noise James, do Macaco Bong. Mais visibilidade pra Cuiabá.

Surgimento do Coletivo Novo
Importante articulação em mais um segmento cultural, a produção da moda. Além de gerar campo de trabalho para agentes que já atuavam em entidades como a Volume, o Coletivo Novo aproximou mais profissionais da moda, que se interessaram pela movimentação da cultura alternativa. Um dos resultados foi a Convenção de Moda, evento muito bacana que colocou a moda na cabeça (e no corpo) dos alternas cuiabanos.

Reeleição do Wilson Santos
Teremos por mais 4 anos a gestão do prefeito que visualizou a descentralização da gestão para a sociedade civil, fazendo uso do processo de Governança Integrada, através do qual prefeitura e povo realizam ações conjuntas por intermédio das secretarias. O prefeito já anunciou que a Governança Integrada terá continuidade. Vale ressaltar também o trabalho do Mário Olímpio, gestor da pasta mais próxima dos nossos trabalhos, a da cultura.

Estabelecimento da Lojinha do Cubo
Aproveitando um espaço que já estava destinado há um certo tempo pra isso, a Cubo Discos, juntamente com a Volume Distribuição catalogou todos os produtos recebidos e coletados pelo Espaço Cubo e montou um super acervo, bem organizado e com variedade. As vendas são realizadas em espécie e em cards e os produtos podem ser adquiridos na sede do Espaço Cubo ou através da loja do Portal Fora do Eixo. Genial!

O MIC é Alfa Canheti,Fernanda Quevedo,Talyta Singer, Marielle Ramires, Lígia Torres, Dríade Aguiar, Ney Hugo, Vítor Torres, Bruno Corrêa e Luciano Ribeiro. Deu pra entender o tamanho da lista?

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A convite do Hell City, nós, o Panamby, elegemos os 10 fatos mais importantes (ou quase isso) de 2008. O post já está no ar lá no Hell City há alguns dias, mas vamos colocar a parada aqui também. Vale lembrar, a numeração é só pra não perder a conta, eles não indicam ordem de importância. Óaí:

1 – Eleição de delegados de cuiaba para conselho Estadual de Cultura
Mobilização nunca vista anteriormente pela classe cultural cuiabana. Foi de grande impacto ver distintas vertentes da arte e cultura se juntaram por uma causa comum, um conselho transparente e pronto para o diálogo.

2- Lançamento de cd do Triêro
Banda nova. Com espíritos e cabeças boas. Triêro foi o grande parceiro sonoro do Movimento Panamby em 2008. O Grande show na CAFE, a Oficina de Capacitação no 24h, o show no 24 horas e o grande lançamento do CD no clube Feminino. 400 pessoas para prestigiar um grupo que faz som autoral e verdadeiro.

3- O Curto Circuito de Teatro
Logo no começo do ano e o recém formado Movimento de Teatro, que surgiu com a proposta de descentralizar e facilitar o acesso das artes à população, se junta e realiza o primeiro Curto Circuito de Teatro. Ampla divulgação e participação do publico. Cuiabá mostrou que tem quem faz e se importa com a arte dos palcos.

4- Eleições para reitoria
A reitoria da UFMT mudou, em partes. O processo eleitoral levou estudantes, professores e técnicos a discutirem propostas e formas de pensar a universidade pública e sua administração, além do consenso de que o voto paritário propicia escolhas que refletem interesses comuns aos 3 segmentos. Com a nova reitora, esperou-se novos pró-reitores e novas possibilidades de discussão que só vão ser postas à prova no início do ano letivo e dos diálogos.

5- Novo conselho gestor do MISC
Uma gestão participativa. Com a decisão de se tirar um gestor único (umbiguista) e tornar a gestão do MISC entre coletivos, sem um dono, rendeu grandes frutos para o cenário de hoje. O MISC passou a ser um ponto fortíssimo de articulações culturais. Diversos eventos, apresentações, mostras, debates, oficinas que rolaram por lá desde a nova forma de gestão entrar em vigos mostra o quanto isso foi uma decisão sábia e coerente.

6- Festival Calango
O Festival Calango, que já está consagrado no cenário independente brasileiro, talvez seja um dos maiores orgulhos cuiabanos quando se trata de bandas e música. É um evento grande e longo, com várias formas de entretenimento e que capacita vários jovens que ajudam a organizá-lo. Além disso, como o festival traz muitos artistas de outros estados acaba tendo uma grande oportunidade de mostrar que a as bandas cuiabanas são tão boas quanto às de fora, além da troca de maturidade que as bandas trocam entre si.

7- O novo 24h de Cultura
O 24h mudou de cara. Assumiu-se como uma semana de capacitações. Foram sete no total. Assumiu também a função de fazer discutir. Dois encontros de debates realizados neste ano, o Seminário do Conexões e o Encontro do Observatório de Pesquisa. O dia cultural teve ao todo 33 apresentações artísticas, com mais de 100 artistas envolvidos. 36 pessoas participaram diretamente da produção e cerca de 154 desenvolveram atividades na programação. Ao todo 30 coletivos, internos e externos a UFMT foram parceiros do projeto. Ano que vem tem mais. =]

8- Prêmios Consciência Hip Hop e Hell City
A distribuição de prêmios simboliza o crescimento da cena em certo aspecto. Nesta ano velho duas novas premiações foram criadas. Uma envolvendo o Hip Hop fora do eixo e outra o cenário rock autoral. Refletem duas vertentes da musica que só cresceram nos últimos anos e a tendência é de continuar crescendo.

9- Shows – Mallu na Casa e Mano Brown na Revirada Cultural
Shows que mostram muito mais do que o Som. Mallu é nova de idade, e representa o novo em tecnologia. A menina que se lançou na internet teve Cuiabá como uma de suas primeiras rotas. Racionais são velhos e polêmicos. Se lançaram nas favelas. Teve show pago pela prefeitura, nas comemorações dos 289 anos de Cuiabá, e oferecido para a comunidade cuiabana como um presente. Dois caminhos que levam para a nova cara de Cuiabá.

10- 1° Convenção de Moda de Cuiabá
Nasceu esse ano o Coletivo Novo e de cara Babi, Bibi e Cia já fizeram a primeira Convenção de Moda de Cuiabá. O evento realizado no finalzinho do ano mostrou sua força. A articulação entre agentes de moda cuiabana ficou evidente numa semana de oficinas, debates e encontros. Mais um braço forte na cultura alternativa e urbana na cidade de Cuiabá.

11- Morte de Guilherme Dicke
Eu sei que eram dez. Mas toda retrospectiva que se preze tem que lembrar daquele que foram importantes de alguma maneira. Guilherme Dicke é sem duvida um marco na historia da Literatura matogrossense e vai fazer falta.

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por Luciano Ribeiro
da Agência Laboratório

mic111

Mais uma opção para você que adora estar antenado em tudo o acontece na hell city. O MIC – Mídias Integradas Cuiabanas é um coletivo de comunicação que reúne produtores de conteúdos em centros de mídias independentes atuantes no setor da cultura em Mato Grosso.

Tem como objetivo fomentar o cenário da comunicação independente, promovendo a formação de novos agentes atuantes no setor, bem difundindo informações relevantes à comunidade cultural cuiabana.

E o melhor é que está no alcance de todos é só acessar o blog. Achou legal e quer falar? O nosso email é agencialaboratorio@gmail.com e os comments são a serventia da casa. É, fique por dentro dos eventos e da movimentação mesmo quando suas pernas não puderem te levar.

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por toda a equipe Agência Laboratório

O grupo goiano/cuiabano de cantores e músicos, Triêro, já está acostumado com o calor humano (e climático) de Cuiabá, com inúmeras apresentações e visitas. Fez com que o grupo criasse um “apego pela cidade e pelo público”, disse Anthony, um dos integrantes. É bem provável que seja esse apego que fez com que a trupe lançasse o seu segundo álbum aqui e com grande estilo. Atrasados, nossos repórteres contam aqui como foi o lançamento que aconteceu no último dia 25 no Clube Feminino.

‘Ópera de uma Vida Seca’ foi o nome escolhido pro álbum e é realmente uma história baseada no livro, Vidas Secas de Graciliano Ramos. Com doze faixas, esse disco, traz um estilo bem ‘triêro’ de ser, cheio de misturas, sons, e vozes.

Bonus Track

 

O show teve alguns diferenciais: a decoração do palco, as músicas novas, a participação inusitada da cantora Luciana Bonfim e um showzaço a parte da Cia Volta Seca, um grupo de artistas que trabalham com o teatro circense e com fabricação de vários tipos de brinquedos artesanais. Eles tentam resgatar a verdadeira diversão infantil, ou nem tão infantil assim. O Volta Seca desde o principio tem uma ligação muito forte com o Triêro, sendo que alguns integrantes participam de algum espetáculos, contribuindo com a musicalidade das peças. A Cia. trabalhou com fogo, pano e coreografias, abrilhantando ainda mais o evento. Foi um espetáculo marcante, quase uma representação do novo álbum em teatro. Um dos destaques da participação do Volta Seca foi na música ‘Menina de Pano’, quando Marizes, uma das participantes do grupo se vestiu de boneca, mostrando que um brinquedo pode ganhar vida através da imaginação.

A mini-feirinha fez sucesso com suas camisetas, brincos, colares, cds e badulaques. Muita gente passando, olhando, comprando e vendo o que a Volume Grife, a Padam e a artesã Eliane fazem de bonito.

 

O publico já consagrado do Triêro, dançou, cantou, pulou, gritou, mostrando que sabe tudo da banda, ou bando. Que vem realizando uma fantástica participação na cultura regional. E assim foi lançado sem espaço para reclamações, o segundo CD dos garotos, revelando que mesmo na “independência” é possível sim, fazer muita música boa.

A produção
Pra lançar o cd em Cuiabá, o Triêro contou com a produção local do Movimento Panamby, da produtora cultural Carolina Barros e o apoio da Volume. Todos juntos e misturados pra trabalhar em prol da música independente e da formação de público. Dá pra dizer, que o trabalho rendeu, que junto com esses coletivos veio o MIC e suas mídias integradas se dividiram para fazer a cobertura em texto, áudio e vídeo. A Web Rádio MIC especial Triêro já tá no ar e você pode acompanhá-la clicando aqui.

Lembrando do público sempre presente, a equipe do MIC ainda fez toda a cobertura fotográfica dos momentos mais bacanas do show que pode ser conferida aqui. Ainda com fôlego, a equipe reuniu material para compor uma reportagem sobre o grupo, sua trajetória e o novo cd, produto que espera as eleições do conselho terminarem para ser finalizado.

Fim de festa

Pra fechar a noite, Raizera. O grupo de reggae é conhecido das festas da UFMT e arredores. Com alguns covers e algumas músicas próprias, os moços sabem o que fazem e levam o público com eles. A idéia, segundo o vocalista Diogo, é continuar se apresentando e compondo músicas novas, fazer eventos e continuar na ativa. Jah te ouça!

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por Talyta Singer
da Agência Laboratório

O show do Triêro é amanhã! Cd novinho sendo lançado em Cuiabá em um show que promete intervenções teatrais, decoração especial e participações especiais. E a festa fica completa com o Raizera, os Quantik Dj’s, Cia Volta Seca e Lucina Bonfim. E você vai né, fio? As portas do Clube Feminino ficam abertas a partir das 21h, o som começa a rolar às 22h e você se diverte a noite toda por apenas R$5cão ou R$15 já com o cd no bolso.

A produção é coletiva, dividida entre a produtora Carol Barros e o Movimento Panamby, com o super apoio da Volume e a presença do Coletivo Novo (com Padam e Volume Grife) na mini-feirinha. E tem o MIC (Mídias Integradas Cuiabanas) que está trabalhando na divulgação, produzindo uma reportagem coletiva sobre o grupo a ser lançada na próxima semana. Na grande noite, a equipe ainda abre espaço para outros veículos e fãs fazerem perguntas aos moços numa coletiva após o show.

Enquanto você se prepara para as horas de música e alegria, leia a entrevista abaixo feita com o Anthony que fala sobre o disco e o processo de criação do Triêro.

(mais…)

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por Pricyla Koehler
da Editora Cativa

Já está na rua a segunda edição da Revista Espectador. E essa edição da primeira revista cuiabana especializada em cultura tá mais ‘gordinha’, com 20 páginas e um número maior de colaboradores e parceiros. E o destaque desse mês é o evento Setembro Freire que homenageia o grande poeta Silva Freire. Mas também tem muito mais, com matérias sobre o programa Diversidade: Mais Cultura, a exposição nacional Sertão Encarnado, Romeu e Julieta no Parque Mãe Bonifacia, e uma entrevista exclusiva com os meninos da banda Macaco Bong.

Se você ainda não topou com ela por aí, vale saber que é uma publicação se propõe ser um ponto de encontro para quem procura informação sobre eventos artístico-culturais. A Espectador vai além do mural de eventos, prova de que cultura não é apenas um artigo de luxo ou curiosidades, mas um assunto muito sério.

Então, aproveita e confere você mesmo! A revista tem distribuição gratuita e você pode receber a sua em casa mesmo. É só se cadastrar pelo email: contato@revistaespectador.com.br ou pelo telefone: (65) 3023-9323. Ou então é só passar aqui no Casulo e pegar a sua.

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