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Posts Tagged ‘arte’

Agora vamos!

Piazada, tamos fazendo as malas. O ônibus pra Bienal de Cultura da UNE sai amanhã, às ocho, e o Panamby quase-inteiro vai rumo à Salvador para encontrar com mais de 10 mil estudantes de todo país, CUCA’s, artistas e congêneres. Projetos de todo canto ajudam a formar uma extensa programação que tem também altos debates, oficinas, mini-cursos, shows e intevenções. O PIA – Programa de Interferência Ambiental tá na fita pra juntar cabeças e criar junto, assim como o CUCA que tem uma programação parelalela e se reúne a partir de sábado num seminário pra construir propostas. Ai ai, no fim, muita especulação. Tamos mesmo é loucos pra chegar na terrinha de todos os santos e ir contando aqui no blog como vai indo a experiência.

Mais?

cucabienaldaune.blogspot.com

une.org.br

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A convite do Hell City, nós, o Panamby, elegemos os 10 fatos mais importantes (ou quase isso) de 2008. O post já está no ar lá no Hell City há alguns dias, mas vamos colocar a parada aqui também. Vale lembrar, a numeração é só pra não perder a conta, eles não indicam ordem de importância. Óaí:

1 – Eleição de delegados de cuiaba para conselho Estadual de Cultura
Mobilização nunca vista anteriormente pela classe cultural cuiabana. Foi de grande impacto ver distintas vertentes da arte e cultura se juntaram por uma causa comum, um conselho transparente e pronto para o diálogo.

2- Lançamento de cd do Triêro
Banda nova. Com espíritos e cabeças boas. Triêro foi o grande parceiro sonoro do Movimento Panamby em 2008. O Grande show na CAFE, a Oficina de Capacitação no 24h, o show no 24 horas e o grande lançamento do CD no clube Feminino. 400 pessoas para prestigiar um grupo que faz som autoral e verdadeiro.

3- O Curto Circuito de Teatro
Logo no começo do ano e o recém formado Movimento de Teatro, que surgiu com a proposta de descentralizar e facilitar o acesso das artes à população, se junta e realiza o primeiro Curto Circuito de Teatro. Ampla divulgação e participação do publico. Cuiabá mostrou que tem quem faz e se importa com a arte dos palcos.

4- Eleições para reitoria
A reitoria da UFMT mudou, em partes. O processo eleitoral levou estudantes, professores e técnicos a discutirem propostas e formas de pensar a universidade pública e sua administração, além do consenso de que o voto paritário propicia escolhas que refletem interesses comuns aos 3 segmentos. Com a nova reitora, esperou-se novos pró-reitores e novas possibilidades de discussão que só vão ser postas à prova no início do ano letivo e dos diálogos.

5- Novo conselho gestor do MISC
Uma gestão participativa. Com a decisão de se tirar um gestor único (umbiguista) e tornar a gestão do MISC entre coletivos, sem um dono, rendeu grandes frutos para o cenário de hoje. O MISC passou a ser um ponto fortíssimo de articulações culturais. Diversos eventos, apresentações, mostras, debates, oficinas que rolaram por lá desde a nova forma de gestão entrar em vigos mostra o quanto isso foi uma decisão sábia e coerente.

6- Festival Calango
O Festival Calango, que já está consagrado no cenário independente brasileiro, talvez seja um dos maiores orgulhos cuiabanos quando se trata de bandas e música. É um evento grande e longo, com várias formas de entretenimento e que capacita vários jovens que ajudam a organizá-lo. Além disso, como o festival traz muitos artistas de outros estados acaba tendo uma grande oportunidade de mostrar que a as bandas cuiabanas são tão boas quanto às de fora, além da troca de maturidade que as bandas trocam entre si.

7- O novo 24h de Cultura
O 24h mudou de cara. Assumiu-se como uma semana de capacitações. Foram sete no total. Assumiu também a função de fazer discutir. Dois encontros de debates realizados neste ano, o Seminário do Conexões e o Encontro do Observatório de Pesquisa. O dia cultural teve ao todo 33 apresentações artísticas, com mais de 100 artistas envolvidos. 36 pessoas participaram diretamente da produção e cerca de 154 desenvolveram atividades na programação. Ao todo 30 coletivos, internos e externos a UFMT foram parceiros do projeto. Ano que vem tem mais. =]

8- Prêmios Consciência Hip Hop e Hell City
A distribuição de prêmios simboliza o crescimento da cena em certo aspecto. Nesta ano velho duas novas premiações foram criadas. Uma envolvendo o Hip Hop fora do eixo e outra o cenário rock autoral. Refletem duas vertentes da musica que só cresceram nos últimos anos e a tendência é de continuar crescendo.

9- Shows – Mallu na Casa e Mano Brown na Revirada Cultural
Shows que mostram muito mais do que o Som. Mallu é nova de idade, e representa o novo em tecnologia. A menina que se lançou na internet teve Cuiabá como uma de suas primeiras rotas. Racionais são velhos e polêmicos. Se lançaram nas favelas. Teve show pago pela prefeitura, nas comemorações dos 289 anos de Cuiabá, e oferecido para a comunidade cuiabana como um presente. Dois caminhos que levam para a nova cara de Cuiabá.

10- 1° Convenção de Moda de Cuiabá
Nasceu esse ano o Coletivo Novo e de cara Babi, Bibi e Cia já fizeram a primeira Convenção de Moda de Cuiabá. O evento realizado no finalzinho do ano mostrou sua força. A articulação entre agentes de moda cuiabana ficou evidente numa semana de oficinas, debates e encontros. Mais um braço forte na cultura alternativa e urbana na cidade de Cuiabá.

11- Morte de Guilherme Dicke
Eu sei que eram dez. Mas toda retrospectiva que se preze tem que lembrar daquele que foram importantes de alguma maneira. Guilherme Dicke é sem duvida um marco na historia da Literatura matogrossense e vai fazer falta.

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Juntamos os papéis todos! E agora podemos falar do 24h de Cultura 2008 com clareza e com números para mostrar que uma ação construída coletivamente que congrega diferentes grupos e segmentos artísticos diz muito sobre a produção universitária na UFMT. O 24h também mostra que a moeda complementar e os trabalhos coletivos dão grandes resultados, mesmo com a aplicação de poucos recursos em moeda Real. Pra ficar mais fácil, vamos por partes, explicando as propostas de cada fase do projeto, como elas se realizaram e seus resultados.

A terceira edição do Festival 24h de cultura: arte, cultura e conhecimento em movimento, foi realizada em outubro de 2008. É um evento independente, estudantil, realizado na instituição de ensino superior Universidade Federal de Mato Grosso que busca fomentar a produção cultural na universidade, tendo como princípios norteadores a extensão, a vivência acadêmica e a produção artística.

Para alcançar os objetivos propostos, trabalhamos com 2 eixos de atividades, o Mopyrô e o Dia Cultural. No fazer, na construção das atividades, vão sendo articulados e desenvolvidos saberes, concepção política e tecnologias que são apreendidas com o trabalho e organização coletiva e cooperativada. Para que possamos entender como se dá essa construção, iremos primeiramente descrever como se organiza as atividades e de que forma e por qual motivo elas se articulam em torno de eixos, blocos, espaços criando uma programação diversificada, simultânea e extensa.

No Mopyrô aconteceram 06 oficinas de capacitação, o 1º Circuito de Debates do Observatório de Pesquisa – Poder, Cultura e Contemporaneidade, o 3º Seminário Local do Conexões de Saberes: Políticas de ações afirmativas na UFMT e 5 Intercâmbios livres.

OFICINAS DE CAPACITAÇÃO

Oficina de fabricação de brinquedos
Oficina de fabricação de brinquedos

O que é? Oficinas voltadas para a qualificação de arte-educadores. As oficinas de capacitação tiveram como público-alvo os estudantes de licenciatura, artistas e professores do ensino fundamental e médio para que estes pudessem adquirir novas técnicas e conhecimentos para atuarem com arte-educação nos trabalhos coletivos e comunitários que desenvolvem.

Como foi?

Oficina de Comunicação Alternativa – 1º dia, 2º dia e 3º dia
Oficina de Fabricação de Instrumentos Musicais – 1º dia, 2º dia e 3º dia e os resultados
Oficina de Produção de Vídeo Documentário – 1º dia, 2º dia e 3º dia
Oficina de Cultura Popular/Capoeira Angola – 1º dia, 2º dia e 3º dia
Oficina de Contação de Histórias – 1º dia, 2º dia e 3º dia
Oficina de Fabricação de Brinquedos – 1º dia e 2º dia

Em números

Mais números

1º CIRCUITO DE DEBATES DO OBSERVATÓRIO DE PESQUISA – poder, cultua e contemporaneidade

O que é? Foi o primeiro evento de cunho acadêmico-científico, realizado no 24h de Cultura, articulando o ensino, a pesquisa e extensão e fortalecendo a temática sobre as ações afirmativas na universidade. O tema das mesas foram construídos a partir das pesquisas desenvolvidas pelos estudantes e mestres que participam do Observatório. Os textos apresentados nas mesas do evento estão disponíveis em PDF no blog: http://www.observatoriodepesquisa.blogspot.com para download.

Como foi?

Professor Henrique Cunha (UFC) abre o Circuito de Debates

Eurocentrismo e como superá-lo

Em números

3º SEMINÁRIO LOCAL DO CONEXÕES DE SABERES

O que é? O III Seminário Local do Projeto Conexões de Saberes, foi realizado conjuntamente com a programação do 24h de Cultura e teve como tema “As Políticas de Ações Afirmativas na UFMT”, foram convidados a participar das palestras e discussões movimentos e comunidades populares.

Como foi?

A sociedade, as políticas públicas e as escolas

Ações afirmativas e cursinhos populares: uma discriminação positiva

Coral Resgatando Vidas no 24h

É por quilo

Em números

INTERCÂMBIOS LIVRES


O que é? são o espaço que criamos para que outros grupos propusessem atividades. O foco é a formação de novas redes e a livre troca de experiências e saberes. As atividades aconteceram espalhadas pela semana e pela universidade. Para articulação dessas atividades fomos convidando coletivos que desenvolvem ações na Universidade e fora dela que tinham o interesse de formar redes de ações e ou divulgar seus projetos. Aqui aconteceu a construção de uma geodésica pelo EMAU – Escritório Modelo de Arquitetura, a ciranda falada ‘Como fazer um impresso andar’ com escritores e representantes de editoras, a Reunião preparatória para o Seminário do Plano Nacional de Cultura, apresentações de trabalhos dos estudantes de comunicação que fazem parte do NECOIJ e uma reunião de preparação para o seminário do Zoneamento Sócio-ambiental econômico.

Como foi?

Como fazer um impresso andar?

Arquitetura no 24h

QUADRO GERAL DE RESULTADOS DO MOPYRÔ

DIA CULTURAL – 24h de cultura e arte em movimento


No dia cultural, ou seja, no 24h de Cultura, acontecem 24h de atividades contínuas, sem intervalos. São 24h de mostra de arte, cultura e conhecimento em movimento, com espaços temáticos que demonstram a diversidade cultural. A programação deste dia é dividida em 5 blocos: Azul, Amarelo, Vermelho, Verde e Branco. As cores facilitam a organização da programação, grupos de atividades e mantêm certa seqüência temporal. Para que todas as atividades pudessem acontecer, o Estacionamento do Parque Aquático da UFMT foi equipado com tendas, palco e espaços temáticos.

BLOCO AZUL – Nesse Bloco inicia-se a construção ambiental do Dia Cultural. A construção da arena iniciou-se no dia 9 de outubro a partir das 14h, num trabalho coletivo que envolveu técnicos, estudantes, prestadores de serviços e muita boa vontade para levantar a estrutura que abrigou todas as atividades do dia seguinte. Olha ali embaixo pra ter uma idéia

Infraestrutura do Bloco Azul

Infraestrutura do Bloco Azul

Mais números

Mais números

BLOCO AMARELO – é o momento em que se inicia as apresentações artísticas, exibições de filmes, oficinas lúdicas, exposições e mostra de oficinas, no período da manhã e o principal foco é atender aos estudantes da rede pública de ensino, num momento de fazer artístico e aprendizado que tem como foco o despertar dos movimentos corporais, a relação com o ambiente que se ocupa, as atividades são leves, as inscrições livres. É o momento onde a arena começa a ser ocupada pelo público e como espaço só faz sentido quando ocupado, os participantes, oficineiros e organização constroem o espaço relacional e conceitual, dando sentido, corpo ao espaço físico.

Como foi?

E o palhaço o que é?

Oficina Rua, Teatro e Protagonismo

Fazendo Poesia

Malabares e Toy Art

Exposição de Moda

O Bloco Amarelo em números

A Feira Popular em números

A Feira Popular em números

1440 minutos de cinema!

1440 minutos de cinema!

BLOCO VERMELHO – a proposta é que este seja o momento de duas atividades: a Gincana Universitária e as Trilhas Vocacionais. A Gincana Universitária é o momento de participação dos estudantes da UFMT em provas esportivas e lúdicas que permitem que haja uma interação entre os cursos e coletivos. As trilhas são voltadas para estudantes da rede pública e consiste em um “passeio” monitorado por estudantes que apresentam seus cursos, laboratórios a estudantes do ensino médio, com o diálogo voltado para a profissão que cada curso oferece.

O Bloco Vermelho foi o comprometido pela ausência da participação dos estudantes da rede pública para participarem das trilhas vocacionais, no entanto ocorreu a Gincana Universitária e a Mostra de produção artística, assim ó:

E que comecem os jogos

Quem disse que gincana é coisa de criança?

A oficina de instrumentos musicais mostra-se

BLOCO VERDE – é o espaço do sarau, tempo onde se inicia as mostras artísticas, um tempo mais calmo antes de chegar a noite, que é o bloco branco. As apresentações artísticas desse bloco estão voltadas mais para dança, teatro, poesia e cultura popular. Assim, a Academia Matogrossense de Cururueiros abriu a noite, que foi tomada pelos grupos de capoeira e acabou na música clássica.

Números do Bloco Verde

Números do Bloco Verde

BLOCO BRANCO – é o momento das mostras das bandas e grupos musicais com intervalos que são de performances cênicas e o encerramento da noite. No estacionamento do Parque Aquático o público presente assitiu a quase 12 horas de apresentações culturais, dançou, pensou e se emocionou com Eliete Costa, Zezé e os Paraíba Roque Rou, Inshalá, Vitrolas Polifônicas, Poesia, Break, Linha Dura, Ebinho Cardoso, Paulo Monarco, Triêro,Raizera Anhangá e Dj Gorduraz. A cadeia do amor também estava por lá, prestando serviço aos mais tímidos

Bloco Branco em números

Bloco Branco em números

Fim da história

O dia cultural teve ao todo 33 apresentações artísticas, com mais de 100 artistas envolvidos. 36 pessoas participaram diretamente da produção e cerca de 154 desenvolveram atividades na programação. Ao todo 30 coletivos, interno e externos a UFMT foram parceiros do projeto. A Caixa Econômica Federal, juntamente com a UFMT foram os principais financiadores. O evento teve um público circulante de 2000 pessoas no que podemos chamar de Semana do 24h de Cultura. No que se refere a público atingido, participação, envolvimento na atividade proposta, não há dúvidas que é um evento mobilizador no espaço da universidade, que agrega forças políticas, alunos de graduação de diversos públicos e comunidade externa.

A baixo custo

O 24h recebeu apenas 8 mil reais de patrocinio da Caixa Econômica, com permutas, moeda complementar, nossos próprios investimentos e o apoio institucional da UFMT, que cedeu estruturas para o evento, foi possível realizar todas as atividades que vocês viram ali em cima. Se todo o evento fosse pago em reais, ele custaria R$32.500,00.

Tipos de despesa do 24h de Cultura
Tipos de despesa do 24h de Cultura

Resultado na mídia

O 24h investe na mídia alternativa e teve toda a sua divulgação feita através destes suportes. Ao mesmo tempo, não deixamos de fazer contato com a mídia oficial que falou do 24h de Cultura em 23 matérias públicadas em veículos impressos e digitais de todo o estado. A Agência Laboratório foi responsável pela produção do material gráfico (35 peças entre impressos e digitais) e por 20 notícias da pré-produção, além da construção do blog do evento e da assessoria de imprensa. As Mídias Integradas Cuiabanas trabalharam na cobertura do evento e produziram 56 notinhas sobre a produção, além de cobertura em áudio, foto e vídeo.

E a gente ficou pensando assim

Depois de termos terminado a pós-produção do evento, nos dedicamos a avaliar nosso trabalho e seus resultados. A equipe levantou pontos positivos e negativos, além das marcas deixadas pelo evento. Na avaliação positiva foram citados Mopyrô – Oficinas de Capacitação, Comunicação – cobertura do evento, Aproximação com diversos coletivos novos, Ocupação pulverizada dos espaços, Qualidade na mostra artística – shows, apresentações teatrais, etc, Trabalho de construção coletiva, Presença de público no dia cultural, Mudança da concepção do 24h, Proposição de atividades pelos coletivos, I Circuito de Debates do Observatório e Seminário do Conexões e a equipe de produção muito coesa. Ainda na avaliação da equipe, foram pontos fracos: Ausência de publico no encontro do Observatório e Conexões, A produção do seminário do conexões ficou na responsabilidade do Panamby, Ausência de mais agentes na pré-produção e produção geral, O descompromisso da Seduc com a participação dos estudantes da rede pública, comprometeu atividades, Trilhas culturais não aconteceram por falta dos estudantes da rede pública, Ausência de uma base (casa) de apoio a produção para facilitar o revezamento de descanso, A comunicação da pré-produção do 24h foi fraca, Ausência de público para Cinema na OCA, O descompromisso com o horário das pessoas que se inscrevem para oficinas e palestras, que chegam atrasados ou não vão todos os dias, comprometendo as atividades, Demora na entrega dos certificados, Faltou mais opções de alimentação na parte noturna, Falta de investimento por parte da UFMT com verba da auxílio evento pra auxiliar nos gasto de produção como (alimentação, transporte, cartão telefônico), Demora no recebimento e pagamento de fornecedores via Fundação, o projeto não ser aprovado e reconhecido com projeto de extensão universitária.

Não dá pra fazer sozinho

Olhando para os resultados do 24h é possível perceber que sua realização só foi possível pela rede que construimos entre coletivos culturais, grupos da universidade e a administração. Os números das planilhas financeiras apontam para um investimento muito grande em moedas complementares que acontecem das trocas de serviços e produtos entre esses grupos. Assim, fica nosso obrigado a todos os nossos parceiros de obra:

Ascom/UFMT
Emaz
Academia Matogrossense de Cururueiros
Escola Modelo de Arquitetura e Urbanismo
Banca do Sodré
Faculdade de Educação Física/UFMT
Capoeira Quilombo Angola
Fundação Uniselva
Cia. Pessoal de Teatro
Grupo Triêro
Cia. Volta Seca
Espaço Cubo
Cia. Vuer – Cia de Teatro da UFMT
Misc – Museu da Imagem e Som de Cuiabá
Co-cerra
Movimento de Teatro
Coletivo Maracangalha
Mules
Coletivo Novo

NECOIJ
Conexões de Saberes
Padam
Conservatório Musical Lorenzo Fernandes
Proad UFMT
Coordenação de Cultura da UFMT
Próvivas UFMT
Prefeitura do Campus – UFMT
Próxima Cena
Cufa
MIC – Mídias Integradas Cuiabanas
Diretório Central dos Estudantes
UJS
Editora Cativa
Volume

Você pode fazer o download do relatório completo do 24h de Cultura AQUI!

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por Talyta Singer
da Agência Laboratório

São 7 oficinas de capacitação ofertadas nessa 3ª edição do 24h de Cultura: Comunicação Alternativa, Audiovisual, Fabricação de Brinquedos, Contação de Histórias, Circo-Teatro, Fabricação de Instrumentos e Capoeira Angola. Pra que isso pudesse acontecer, o Panamby formou parcerias com outros coletivos culturais e chamou profissionais da cultura para ministrar uma semana de oficinas que tem como principal objetivo a qualificação arte educadores.

As oficinas de capacitação fazem parte do Mopyrô, braço do 24h de Cultura que tem como objetivo a formação e a discussão de temas contemporaneos. Além das oficinas, fazem parte do Môpyro o 1º Circuito de Debates em Poder, Cultura e Contemporaneidade, o 3º Seminário Local do Conexões de Saberes e os Intercâmbios Livres.

Pra saber mais, clica aqui e veja o blog do 24h de Cultura. Lá também estão disponíveis as fichas de inscrição para as atividades.

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por Talyta Singer
da Agência Laboratório

A terceira edição do 24h de Cultura na UFMT – arte, cultura e conhecimento e movimento – está marcada para acontecer de 6 a 10 de outubro no estacionamento do Parque Aquático da UFMT e promete novidades. Além da tradicional programação cultural ininterrupta no dia 10, o evento ganhou um novo espaço na programação que recebe o nome de Mopyrô e abriga encontros de formação e de intercâmbio com foco na troca de saberes e na qualificação de arte-educadores.

O evento é, claro, realizado pelo Movimento Panamby, de forma autômoma. Pra saber de tudo tim tim por tim tim vai pro www.24hdecultura.wordpress.com.

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por Talyta Singer
da Agência Laboratório

A noviça, o estupro e o surrealismo de Viridiana, filme de Buñuel. Auto-flagelação, ninfomania e incesto. Tudo de uam vez só no filme sueco O Silêncio de Ingmar Bergman. Memórias de infância da 2ª Guerra Mundial em Adeus, Crianças do francês Louis Malle.

Essas são as novas atrações do blog do Cinema na OCA, que disponibilza para download filmes de arte, antigos ou não, legandados e à gosto do cliente. Entre lá, baixe os filmes, monte sua programação e tenha boas férias.

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A Festa do Calouro que acontecerá no dia 28/03 (data nova!) marca o fim das atividades da Semana do Calouro e o início dos trabalhos de fomento a produção artística universitária.

Músicos, dançarinos e atores interessados em se apresentar no evento podem se inscrever a partir de hoje. A ficha de inscrição que está aqui deve ser preenchida e enviada por e-mail para movimentopanamby@gmail.com

São aceitas a inscrição de grupos ou artistas solo nas mais diversas áreas de expressão artística. A seleção das apresentações será feita pelo Movimento Panamby que levará em consideração o vínculo com a universidade e produção autoral. As inscrições ficam abertas até o dia 20 de março e a divulgação das selecionadas acontece no dia 23.

+ Download da Ficha de Inscrição
+ Pré-programação da Semana do Calouro (sujeita a alterações)


Na dúvida, movimentopanamby@gmail.com e 3615-8378.

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