Feeds:
Posts
Comentários

Posts Tagged ‘adufmat’

Talyta Singer | Agência Laboratório

“Com a nova matriz produtiva na agricultura, baseada no uso intensivo de insumos industriais, como máquinas, fertilizantes químicos e agrotóxicos, a produtividade por hectare se multiplicou. A produção total aumentou quatro vezes no mundo. Mas a fome não acabou! E os famintos passaram de 80 para 950 milhões de pessoas. Agora, cerca de 70 países dependem das importações para alimentar seu povo. Na verdade, esse modelo serviu apenas para concentrar o controle da produção e do comércio agrícola mundial em torno de não mais de 30 grandes empresas transnacionais, como a Bungue, Cargill, ADM, Dreyfuss, Monsanto, Syngenta,Bayer, Basf, Nestlé, etc.”

O texto ai de cime foi retirado do artigo “Crise, fome e reforma agrária” (e copiado descaradamente do site da Andes). É de autoria de João Pedro Stédile, economista, professor universitário e marxista. Mas ele é mais conhecido pela sua atividade dentro do MST. E o homem taí. Hoje, Stédile fala na ADUFMAT às 19h sobre a conjuntura atual e o papel do povo nesse contexto histórico.

Read Full Post »

por Talyta Singer
do fã-clube do Vida Seca

flickr.com/vidaseca

flickr.com/vidaseca

E o Movimento Panamby, junto com o CUCA Cuiabá, tem a honra de apresentar Som de Sucata, o 1º cd do Vida Seca. Os guris vem de Goiânia pra cá para o Sarau do Calouro Lunático, onde além do Triêro e das lunetas pra ver o céu, eles são atração especial. O cd tem7 composições, todas feitas a base de criatividade, experimentação e lixo. Sim, senhor. O Vida Seca usa do que se convencionou a atirar fora para produzir música, ensinar música e encantar ouvidos.

O grupo que surgiu em 2004 é formado por Thiago Verano, Igor Zargov, Danilo Rosolem e Ricardo Roqueto e as músicas nascem de um processo de criação coletiva que envolve, além da improvisação, um trabalho de pesquisa de timbres, já que os instrumentos não passam por nenhum tipo de beneficiamento além da limpeza. Além desta pesquisa sonora, as temáticas das músicas que possuem alguma letra são muito influenciadas por essa escolha de usar o lixo e a sucata, rendendo músicas como “Urubu” e “Tambor de Catadora”, que fala dos catadores de materiais recicláveis.

24hdecultura.wordpress.com

24hdecultura.wordpress.com

Mas a música não é a única atividade do grupo, que também desenvolve oficinas de arte-educação com o nome Lixo Ritmado, Batuque Reciclado, que se você é espertinho sabe que rolaram aqui em Cuiabá durante o 24h de Cultura em 2006 e 2007. É nas oficinas que o grupo pode passar de forma mais abrangente e acessível sua experiência sobre o uso de materiais descartados na criação musical, além de problematizar toda a cadeia do lixo, desde a produção, consumo, até a destinação final. As oficinas também remetem a origem do grupo, que começou em 2003 como uma experiência de bloco de percussão, o Bloco do Lixo, que surgiu a partir de oficinas de percussão que ocuparam e re-movimentaram culturalmente a sede do Diretório Central dos Estudantes – DCE da UFG. (É, por mais que tem gente que não acredite, a música e da cultura servem para gerar novo olhares).

Essa relação com educação, movimentos sociais e estudantis é que mantém as raízes do Vida Seca com a rua e os espaços públicos através da apropriação de materiais rejeitados pela sociedade, questionar a própria sociedade e re-ocupar física e sonoramente os espaços públicos. E é por tudo isso que o lançamento do cd Som de Sucata acontece na UFMT durante as atividades da Semana do Calouro. Ainda falando com o Ricardo “A Universidade é um ambiente frutífero às provocações que a sociedade necessita para avançar.” Nós também acreditamos nisso.

Mais?
Saiba mais sobre o Vida Seca
Ouça o Vida Seca
Veja o Vida Seca
E vem pro Sarau, que é sexta, dia 20 na Adufmat. 😉

Read Full Post »

por Talyta Singer
da Agência Laboratório

O Museu de Arte e Cultura Popular (MACP) da UFMT segue até o dia 25 com a programação da semana cultural Cuba: Vitalidade e Internacionalismo. Sob a organização da ADUFMAT,a atividade foi articulada pela professora Therezinha Arruda, que vive entre Brasil e Cuba. Com forte apelo à Che Guevara, a programação inclui mostras de vídeos cubanos, “Poética Heróica”, uma intervenção de Luiz Carlos Ribeiro e Vanda Marchetti dirigidos por Marília Beatriz de Figueiredo Leite na interpretação de textos de revolucionários e três mostras visuais, “Cuba, natureza e cultura” sobre destinos turísticos e a vitalidade dos cubanos, “Desagravo ao Comandante Che” com posteres e fotos clássicas e “Líderes Revolucionários Africanos” com registros dos 300 mil cubanos que lutaram ao lado de revolucionários africanos.

O MACP, caso você também não saiba, fica no Centro Cultural da UFMT e abre para exposição às 19h.

Read Full Post »