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Posts Tagged ‘24h de cultura’

Juntamos os papéis todos! E agora podemos falar do 24h de Cultura 2008 com clareza e com números para mostrar que uma ação construída coletivamente que congrega diferentes grupos e segmentos artísticos diz muito sobre a produção universitária na UFMT. O 24h também mostra que a moeda complementar e os trabalhos coletivos dão grandes resultados, mesmo com a aplicação de poucos recursos em moeda Real. Pra ficar mais fácil, vamos por partes, explicando as propostas de cada fase do projeto, como elas se realizaram e seus resultados.

A terceira edição do Festival 24h de cultura: arte, cultura e conhecimento em movimento, foi realizada em outubro de 2008. É um evento independente, estudantil, realizado na instituição de ensino superior Universidade Federal de Mato Grosso que busca fomentar a produção cultural na universidade, tendo como princípios norteadores a extensão, a vivência acadêmica e a produção artística.

Para alcançar os objetivos propostos, trabalhamos com 2 eixos de atividades, o Mopyrô e o Dia Cultural. No fazer, na construção das atividades, vão sendo articulados e desenvolvidos saberes, concepção política e tecnologias que são apreendidas com o trabalho e organização coletiva e cooperativada. Para que possamos entender como se dá essa construção, iremos primeiramente descrever como se organiza as atividades e de que forma e por qual motivo elas se articulam em torno de eixos, blocos, espaços criando uma programação diversificada, simultânea e extensa.

No Mopyrô aconteceram 06 oficinas de capacitação, o 1º Circuito de Debates do Observatório de Pesquisa – Poder, Cultura e Contemporaneidade, o 3º Seminário Local do Conexões de Saberes: Políticas de ações afirmativas na UFMT e 5 Intercâmbios livres.

OFICINAS DE CAPACITAÇÃO

Oficina de fabricação de brinquedos
Oficina de fabricação de brinquedos

O que é? Oficinas voltadas para a qualificação de arte-educadores. As oficinas de capacitação tiveram como público-alvo os estudantes de licenciatura, artistas e professores do ensino fundamental e médio para que estes pudessem adquirir novas técnicas e conhecimentos para atuarem com arte-educação nos trabalhos coletivos e comunitários que desenvolvem.

Como foi?

Oficina de Comunicação Alternativa – 1º dia, 2º dia e 3º dia
Oficina de Fabricação de Instrumentos Musicais – 1º dia, 2º dia e 3º dia e os resultados
Oficina de Produção de Vídeo Documentário – 1º dia, 2º dia e 3º dia
Oficina de Cultura Popular/Capoeira Angola – 1º dia, 2º dia e 3º dia
Oficina de Contação de Histórias – 1º dia, 2º dia e 3º dia
Oficina de Fabricação de Brinquedos – 1º dia e 2º dia

Em números

Mais números

1º CIRCUITO DE DEBATES DO OBSERVATÓRIO DE PESQUISA – poder, cultua e contemporaneidade

O que é? Foi o primeiro evento de cunho acadêmico-científico, realizado no 24h de Cultura, articulando o ensino, a pesquisa e extensão e fortalecendo a temática sobre as ações afirmativas na universidade. O tema das mesas foram construídos a partir das pesquisas desenvolvidas pelos estudantes e mestres que participam do Observatório. Os textos apresentados nas mesas do evento estão disponíveis em PDF no blog: http://www.observatoriodepesquisa.blogspot.com para download.

Como foi?

Professor Henrique Cunha (UFC) abre o Circuito de Debates

Eurocentrismo e como superá-lo

Em números

3º SEMINÁRIO LOCAL DO CONEXÕES DE SABERES

O que é? O III Seminário Local do Projeto Conexões de Saberes, foi realizado conjuntamente com a programação do 24h de Cultura e teve como tema “As Políticas de Ações Afirmativas na UFMT”, foram convidados a participar das palestras e discussões movimentos e comunidades populares.

Como foi?

A sociedade, as políticas públicas e as escolas

Ações afirmativas e cursinhos populares: uma discriminação positiva

Coral Resgatando Vidas no 24h

É por quilo

Em números

INTERCÂMBIOS LIVRES


O que é? são o espaço que criamos para que outros grupos propusessem atividades. O foco é a formação de novas redes e a livre troca de experiências e saberes. As atividades aconteceram espalhadas pela semana e pela universidade. Para articulação dessas atividades fomos convidando coletivos que desenvolvem ações na Universidade e fora dela que tinham o interesse de formar redes de ações e ou divulgar seus projetos. Aqui aconteceu a construção de uma geodésica pelo EMAU – Escritório Modelo de Arquitetura, a ciranda falada ‘Como fazer um impresso andar’ com escritores e representantes de editoras, a Reunião preparatória para o Seminário do Plano Nacional de Cultura, apresentações de trabalhos dos estudantes de comunicação que fazem parte do NECOIJ e uma reunião de preparação para o seminário do Zoneamento Sócio-ambiental econômico.

Como foi?

Como fazer um impresso andar?

Arquitetura no 24h

QUADRO GERAL DE RESULTADOS DO MOPYRÔ

DIA CULTURAL – 24h de cultura e arte em movimento


No dia cultural, ou seja, no 24h de Cultura, acontecem 24h de atividades contínuas, sem intervalos. São 24h de mostra de arte, cultura e conhecimento em movimento, com espaços temáticos que demonstram a diversidade cultural. A programação deste dia é dividida em 5 blocos: Azul, Amarelo, Vermelho, Verde e Branco. As cores facilitam a organização da programação, grupos de atividades e mantêm certa seqüência temporal. Para que todas as atividades pudessem acontecer, o Estacionamento do Parque Aquático da UFMT foi equipado com tendas, palco e espaços temáticos.

BLOCO AZUL – Nesse Bloco inicia-se a construção ambiental do Dia Cultural. A construção da arena iniciou-se no dia 9 de outubro a partir das 14h, num trabalho coletivo que envolveu técnicos, estudantes, prestadores de serviços e muita boa vontade para levantar a estrutura que abrigou todas as atividades do dia seguinte. Olha ali embaixo pra ter uma idéia

Infraestrutura do Bloco Azul

Infraestrutura do Bloco Azul

Mais números

Mais números

BLOCO AMARELO – é o momento em que se inicia as apresentações artísticas, exibições de filmes, oficinas lúdicas, exposições e mostra de oficinas, no período da manhã e o principal foco é atender aos estudantes da rede pública de ensino, num momento de fazer artístico e aprendizado que tem como foco o despertar dos movimentos corporais, a relação com o ambiente que se ocupa, as atividades são leves, as inscrições livres. É o momento onde a arena começa a ser ocupada pelo público e como espaço só faz sentido quando ocupado, os participantes, oficineiros e organização constroem o espaço relacional e conceitual, dando sentido, corpo ao espaço físico.

Como foi?

E o palhaço o que é?

Oficina Rua, Teatro e Protagonismo

Fazendo Poesia

Malabares e Toy Art

Exposição de Moda

O Bloco Amarelo em números

A Feira Popular em números

A Feira Popular em números

1440 minutos de cinema!

1440 minutos de cinema!

BLOCO VERMELHO – a proposta é que este seja o momento de duas atividades: a Gincana Universitária e as Trilhas Vocacionais. A Gincana Universitária é o momento de participação dos estudantes da UFMT em provas esportivas e lúdicas que permitem que haja uma interação entre os cursos e coletivos. As trilhas são voltadas para estudantes da rede pública e consiste em um “passeio” monitorado por estudantes que apresentam seus cursos, laboratórios a estudantes do ensino médio, com o diálogo voltado para a profissão que cada curso oferece.

O Bloco Vermelho foi o comprometido pela ausência da participação dos estudantes da rede pública para participarem das trilhas vocacionais, no entanto ocorreu a Gincana Universitária e a Mostra de produção artística, assim ó:

E que comecem os jogos

Quem disse que gincana é coisa de criança?

A oficina de instrumentos musicais mostra-se

BLOCO VERDE – é o espaço do sarau, tempo onde se inicia as mostras artísticas, um tempo mais calmo antes de chegar a noite, que é o bloco branco. As apresentações artísticas desse bloco estão voltadas mais para dança, teatro, poesia e cultura popular. Assim, a Academia Matogrossense de Cururueiros abriu a noite, que foi tomada pelos grupos de capoeira e acabou na música clássica.

Números do Bloco Verde

Números do Bloco Verde

BLOCO BRANCO – é o momento das mostras das bandas e grupos musicais com intervalos que são de performances cênicas e o encerramento da noite. No estacionamento do Parque Aquático o público presente assitiu a quase 12 horas de apresentações culturais, dançou, pensou e se emocionou com Eliete Costa, Zezé e os Paraíba Roque Rou, Inshalá, Vitrolas Polifônicas, Poesia, Break, Linha Dura, Ebinho Cardoso, Paulo Monarco, Triêro,Raizera Anhangá e Dj Gorduraz. A cadeia do amor também estava por lá, prestando serviço aos mais tímidos

Bloco Branco em números

Bloco Branco em números

Fim da história

O dia cultural teve ao todo 33 apresentações artísticas, com mais de 100 artistas envolvidos. 36 pessoas participaram diretamente da produção e cerca de 154 desenvolveram atividades na programação. Ao todo 30 coletivos, interno e externos a UFMT foram parceiros do projeto. A Caixa Econômica Federal, juntamente com a UFMT foram os principais financiadores. O evento teve um público circulante de 2000 pessoas no que podemos chamar de Semana do 24h de Cultura. No que se refere a público atingido, participação, envolvimento na atividade proposta, não há dúvidas que é um evento mobilizador no espaço da universidade, que agrega forças políticas, alunos de graduação de diversos públicos e comunidade externa.

A baixo custo

O 24h recebeu apenas 8 mil reais de patrocinio da Caixa Econômica, com permutas, moeda complementar, nossos próprios investimentos e o apoio institucional da UFMT, que cedeu estruturas para o evento, foi possível realizar todas as atividades que vocês viram ali em cima. Se todo o evento fosse pago em reais, ele custaria R$32.500,00.

Tipos de despesa do 24h de Cultura
Tipos de despesa do 24h de Cultura

Resultado na mídia

O 24h investe na mídia alternativa e teve toda a sua divulgação feita através destes suportes. Ao mesmo tempo, não deixamos de fazer contato com a mídia oficial que falou do 24h de Cultura em 23 matérias públicadas em veículos impressos e digitais de todo o estado. A Agência Laboratório foi responsável pela produção do material gráfico (35 peças entre impressos e digitais) e por 20 notícias da pré-produção, além da construção do blog do evento e da assessoria de imprensa. As Mídias Integradas Cuiabanas trabalharam na cobertura do evento e produziram 56 notinhas sobre a produção, além de cobertura em áudio, foto e vídeo.

E a gente ficou pensando assim

Depois de termos terminado a pós-produção do evento, nos dedicamos a avaliar nosso trabalho e seus resultados. A equipe levantou pontos positivos e negativos, além das marcas deixadas pelo evento. Na avaliação positiva foram citados Mopyrô – Oficinas de Capacitação, Comunicação – cobertura do evento, Aproximação com diversos coletivos novos, Ocupação pulverizada dos espaços, Qualidade na mostra artística – shows, apresentações teatrais, etc, Trabalho de construção coletiva, Presença de público no dia cultural, Mudança da concepção do 24h, Proposição de atividades pelos coletivos, I Circuito de Debates do Observatório e Seminário do Conexões e a equipe de produção muito coesa. Ainda na avaliação da equipe, foram pontos fracos: Ausência de publico no encontro do Observatório e Conexões, A produção do seminário do conexões ficou na responsabilidade do Panamby, Ausência de mais agentes na pré-produção e produção geral, O descompromisso da Seduc com a participação dos estudantes da rede pública, comprometeu atividades, Trilhas culturais não aconteceram por falta dos estudantes da rede pública, Ausência de uma base (casa) de apoio a produção para facilitar o revezamento de descanso, A comunicação da pré-produção do 24h foi fraca, Ausência de público para Cinema na OCA, O descompromisso com o horário das pessoas que se inscrevem para oficinas e palestras, que chegam atrasados ou não vão todos os dias, comprometendo as atividades, Demora na entrega dos certificados, Faltou mais opções de alimentação na parte noturna, Falta de investimento por parte da UFMT com verba da auxílio evento pra auxiliar nos gasto de produção como (alimentação, transporte, cartão telefônico), Demora no recebimento e pagamento de fornecedores via Fundação, o projeto não ser aprovado e reconhecido com projeto de extensão universitária.

Não dá pra fazer sozinho

Olhando para os resultados do 24h é possível perceber que sua realização só foi possível pela rede que construimos entre coletivos culturais, grupos da universidade e a administração. Os números das planilhas financeiras apontam para um investimento muito grande em moedas complementares que acontecem das trocas de serviços e produtos entre esses grupos. Assim, fica nosso obrigado a todos os nossos parceiros de obra:

Ascom/UFMT
Emaz
Academia Matogrossense de Cururueiros
Escola Modelo de Arquitetura e Urbanismo
Banca do Sodré
Faculdade de Educação Física/UFMT
Capoeira Quilombo Angola
Fundação Uniselva
Cia. Pessoal de Teatro
Grupo Triêro
Cia. Volta Seca
Espaço Cubo
Cia. Vuer – Cia de Teatro da UFMT
Misc – Museu da Imagem e Som de Cuiabá
Co-cerra
Movimento de Teatro
Coletivo Maracangalha
Mules
Coletivo Novo

NECOIJ
Conexões de Saberes
Padam
Conservatório Musical Lorenzo Fernandes
Proad UFMT
Coordenação de Cultura da UFMT
Próvivas UFMT
Prefeitura do Campus – UFMT
Próxima Cena
Cufa
MIC – Mídias Integradas Cuiabanas
Diretório Central dos Estudantes
UJS
Editora Cativa
Volume

Você pode fazer o download do relatório completo do 24h de Cultura AQUI!

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por Talyta Singer
da Agência Laboratório


E a rede mundial de blogs cresceu mais um pouquinho nessa semana. Acontece que criamos o observatoriodepesquisa.blogspot.com que a partir de agora começa a colocar na rede os textos do Observatório de Pesquisa. Já estão lá os trabalhos apresentados no 1º Circuito de Debates em Poder, Cultura e Contemporaneidade que aconteceu de 6 a 9 de outubro no 24h de Cultura.

Se você nos ouviu falar dele, o Observatório é um grupo de pesquisa formado pelos panambys e outros estudantes da graduação e da pós-graduação da UFMT. Ctrl+C: Estamos abertos a pesquisadores do presente, preocupados em construir uma escrita rizomática sobre seu tempo, em problematizar o cotidiano, fugindo do tradição, dos mitos e heróis. Prezamos uma narrativa aberta, produtora de espaços de dizibilidade e visibilidade, subversiva e despudorada.

Então, nego. Visite:
* “O papel da alteridade e da identidade no processo de formação étnica: um olhar” – Mestranda Valéria Nogueira Rodrigues (UFMT|Cuiabá)

* “Imigração, racismo e nação na passagem do século XIX ao XX” – Ms. Paulo Divino da Cruz (UFMT|Cuiabá)

* www.observatoriodepesquisa.blogspot.com

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por Bruno Corrêa
da Agência Laboratório
 

Certificados... cadê?

Certificados... cadê?

Você, que fez alguma oficina durante o 24h de Cultura, e está indignado por ainda não ter recebido o certificado, que tanto foi falado, se acalme. Por alguns problemas técnicos, e outros também, os certificados demoraram, mas agora eles já estão prontos.

Amanhã eles serão entregues aos seus respectivos donos. Então, se você fez algumas das oficinas – Comunicação Alternativa, Produção de Vídeo-Documentário, Contação de História, Fabricação de Instrumentos Musicais Alternativos, Fabricação de Brinquedos,  ou Capoeira Angola – aparece lá no RU, a partir das 14h que o seu certificado vai estar te esperando, hehe. Ah, lembrando que você tem que ter participado de todas as aulas das oficinas.

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Talyta Singer
da Agência Laboratório

Admitamos, esse blog tá uma pasmaceira. Nenhuma atualização, nenhuma novidade e fica parecendo que todas as borboletas morreram depois de bater asas (e cabeças) durante as tais 24h de Cultura. Mas não é bem assim. O hiato das postagens e das novas informações se deve, sim, à uma pequena ressaca (no bom sentido) e uma série de novas discussões e ajustes do Panamby e da Agência Laboratório. É, estamos reorganizando a casa e a equipe pra terminar 2008 com novos projetos e começar 2009 se reiventando.

Mas tá, quer saber do 24h? Ele aconteceu e foi um puta dum evento massa. As mesas do 1º Circuito de Debates em Poder, Cultura e Contemporaneidade organizado pelo Observatório de Pesquisa e do 3º Seminário Local do Conexões de Saberes discutiram extensão, cotas, acesso e comunidades populares com vontade e abriram caminhos. Temas que não talvez não sejam tão fáceis de discutir e não encontraram tanto público apesar da qualidade dos debatedores. As oficinas de capacitação possibilitaram a qualificação de arte educadores e produziram brinquedos, instrumentos musicais, comunicadores alternativos, capoeiristas e contadores de história.

A construção coletiva aconteceu e se exibe até agora no estacionamento da piscina na geodésica, do debate sobre o zoneamento sócio-econômico ambiental e entre os estudantes de comunicação e distribuidores/produtores de impressos.

E claro, o dia cultural. Ausência sentida de alguns estudantes do ensino médio, mas a presença de diversos grupos e pessoas que se prepararam para as oficinas mostrou que, sim, temos capacidade e qualificação para trabalhar com extensão. E claro, 22 horas de projeção de filmes de arte nas 24h de Cinema. A gincana divertiu a tarde e os shows, bom, se você esteve aqui sentiu na pele. Todas as apresentações foram autorais, com interpretações ou trabalhos próprios e mostraram a cara da nossa produção artística na música, na dança e nas intervenções.

Se por acaso você perdeu, vale a pena dar uma olhada no www.24hdecultura.wordpress.com que reúne todas as informações da semana de atividades. Pra ver com os próprios olhos vá até o www.flickr.com/24horasdecultura e confira a cobertura fotográfica.

Estamos trabalhando nos números para apresentar um relatório. Aproveito o post e deixo um obrigado aos parceiros e apoios que, como nós, ostentam com sorriso na cara alguns músculos doloridos.

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por Bruno Corrêa
da Agência Laboratório
 

 

Trabalho de Hoje!

Trabalho de Hoje!

Depois de muito trabalho árduo, muitas reuniões, muitos cigarros, calor e água mineral, o 24h começa. É amanhã, às 14h, que começam as primeiras oficinas do 24h de Cultura. 

Fabricação de Instrumentos Alternativos, Produção de Vídeo Documentário e Mídias Alternativas são as oficinas que começam amanhã mesmo, e se você está interessado em alguma dessas (ou outras) oficinas e ainda não se inscreveu, amanhã, às 9h da manhã tem inscrição de oficinas e debates no Saguão do IL. 

De segunda-feira até quinta-feira acontece a primeira parte do 24h, que são essas oficinas, os debates, as palestras etc… E na sexta (10 de Outubro), é o dia cultural. Começa às 7h da manhã, na sexta, e só acaba às 7h no sábado! Vão rolar vários shows, trilhas e oficinas. 

Ah, é no dia cultural que acontece a Gincana Universitária! São equipes de no máximo 10 pessoas, que vão brincar e celebrar o dia da criança! A equipe ganhadora ganha cinco caixas de cerveja. E ainda dá tempo de se inscrever, também. Quer se inscrever? Clique aqui

E é isso, galera! Inscrevam-se, vejam, participem, porque isso é o 24h de Cultura! 

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por Talyta Singer
da Agência Laboratório

São 7 oficinas de capacitação ofertadas nessa 3ª edição do 24h de Cultura: Comunicação Alternativa, Audiovisual, Fabricação de Brinquedos, Contação de Histórias, Circo-Teatro, Fabricação de Instrumentos e Capoeira Angola. Pra que isso pudesse acontecer, o Panamby formou parcerias com outros coletivos culturais e chamou profissionais da cultura para ministrar uma semana de oficinas que tem como principal objetivo a qualificação arte educadores.

As oficinas de capacitação fazem parte do Mopyrô, braço do 24h de Cultura que tem como objetivo a formação e a discussão de temas contemporaneos. Além das oficinas, fazem parte do Môpyro o 1º Circuito de Debates em Poder, Cultura e Contemporaneidade, o 3º Seminário Local do Conexões de Saberes e os Intercâmbios Livres.

Pra saber mais, clica aqui e veja o blog do 24h de Cultura. Lá também estão disponíveis as fichas de inscrição para as atividades.

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por Talyta Singer
da Agência Laboratório

Cia Volta Seca no 24h 2007
Cia Volta Seca no 24h 2007

Neste ano, o 24h de Cultura quer reunir as estudantes de todo o estado pra pensar e trocar idéias nos Intercâmbios Livres, conhecimento no Encontro do Observatório de Pesquisa. Além de fazer músicos, dançarinos, atores e artistas plásticos circularem e exporem seus trabalhos no Dia Cultural. É pra isso que servem as inscrições. Pra facilitar, estamos disponibilizando alojamento aqueles que vem de outras cidades.

Nos próximos dias, nossa equipe deve viajar até Cáceres, Barra do Garça, Tangará, Rondonópolis e outras cidades para entrar em contato pessoalmente com os estudantes, distribuir material informativo e conversar. Se você, tem interesse em vir de outra cidade, fale conosco através do atendimentopanamby@gmail.com ou dá um alô aqui no Casulo pelo 65 3615-8378. E vem!

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