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Archive for the ‘Notícias’ Category

por Bruna Obadowski
do Movimento Panamby

Onde está a borboleta?

Aconteceu nos dias 06, 07 e 08 de março o primeiro Encontro e Protocolo da Juventude pelo Meio Ambiente do Noroeste de Mato Grosso. Promovido pela Associação Amigos da Amazônia Viva (AAV), teve como parceria a Secretaria de Meio Ambiente (SEMA) e participação de instituições da região e coletivos de fora. E é claro o Panamby estava presente. Além de participantes de outros munícipios o encontro contou também com a participação de representantes de outros povos índigenas (jovens e liderança), como os Enawene Nawe, Cinta Larga, Arara, Mynky, Kayabi entre outros. O encontro teve como intuito discutir temas relacionados ao meio ambiente, conscientizar a papulação da importânia do mesmo além criação de novos coletivos jovens.

As atividades aconteceram na aldeia Primavera localizada na terra índigena Erikbaktsa, na região de Fontanilla (63 Km de Juína), e contou com vinte e uma palestras voltadas ao meio ambiente,cultura e coletivos jovens. A pedido da FUNAI os participantes e palestrantes não podiam durmir na aldeia, (que triste!), durmimos em Fontanilha distrito de Juína ao lado da aldeia, ou melhor do outro lado da aldeia, e adivinhem: tivemos que atravessar o rio Juruena todos os dias de barco na parte da manhã para oínício das atividades e ao anoitecer quando se encerravam as atividades do dia (isso eu gostei!).

Esse foi o primeiro evento realizado dentro dessa tribo, porém a recepção dos Rikbaktsa não podia ser melhor. Durante o encontro rolaram várias apresentações índigenas (até eu dancei junto), e para os mais empolgados participantes teve até pintura corporal feito pelos índios da aldeia com urucun e carvão.

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De volta a rede

Sim, passamos algum tempo fora do ar com problemas técnico-pluviais. Mas nada que impedisse o Vida Seca e o Triêro de fazerem duas lindas apresentações no Sarau do Calouro. As fotos pro gostinho de quero mais, estão no flickr.com/cucacuiaba. E as duas bandas tem novidades: Vida Seca e seu cd lançado aqui, agora vão rodar o mundo. Triêro roda e roda mas sempre volta pra cá. Espera que em maio tem mais.

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por Talyta Singer
do fã-clube do Vida Seca

flickr.com/vidaseca

flickr.com/vidaseca

E o Movimento Panamby, junto com o CUCA Cuiabá, tem a honra de apresentar Som de Sucata, o 1º cd do Vida Seca. Os guris vem de Goiânia pra cá para o Sarau do Calouro Lunático, onde além do Triêro e das lunetas pra ver o céu, eles são atração especial. O cd tem7 composições, todas feitas a base de criatividade, experimentação e lixo. Sim, senhor. O Vida Seca usa do que se convencionou a atirar fora para produzir música, ensinar música e encantar ouvidos.

O grupo que surgiu em 2004 é formado por Thiago Verano, Igor Zargov, Danilo Rosolem e Ricardo Roqueto e as músicas nascem de um processo de criação coletiva que envolve, além da improvisação, um trabalho de pesquisa de timbres, já que os instrumentos não passam por nenhum tipo de beneficiamento além da limpeza. Além desta pesquisa sonora, as temáticas das músicas que possuem alguma letra são muito influenciadas por essa escolha de usar o lixo e a sucata, rendendo músicas como “Urubu” e “Tambor de Catadora”, que fala dos catadores de materiais recicláveis.

24hdecultura.wordpress.com

24hdecultura.wordpress.com

Mas a música não é a única atividade do grupo, que também desenvolve oficinas de arte-educação com o nome Lixo Ritmado, Batuque Reciclado, que se você é espertinho sabe que rolaram aqui em Cuiabá durante o 24h de Cultura em 2006 e 2007. É nas oficinas que o grupo pode passar de forma mais abrangente e acessível sua experiência sobre o uso de materiais descartados na criação musical, além de problematizar toda a cadeia do lixo, desde a produção, consumo, até a destinação final. As oficinas também remetem a origem do grupo, que começou em 2003 como uma experiência de bloco de percussão, o Bloco do Lixo, que surgiu a partir de oficinas de percussão que ocuparam e re-movimentaram culturalmente a sede do Diretório Central dos Estudantes – DCE da UFG. (É, por mais que tem gente que não acredite, a música e da cultura servem para gerar novo olhares).

Essa relação com educação, movimentos sociais e estudantis é que mantém as raízes do Vida Seca com a rua e os espaços públicos através da apropriação de materiais rejeitados pela sociedade, questionar a própria sociedade e re-ocupar física e sonoramente os espaços públicos. E é por tudo isso que o lançamento do cd Som de Sucata acontece na UFMT durante as atividades da Semana do Calouro. Ainda falando com o Ricardo “A Universidade é um ambiente frutífero às provocações que a sociedade necessita para avançar.” Nós também acreditamos nisso.

Mais?
Saiba mais sobre o Vida Seca
Ouça o Vida Seca
Veja o Vida Seca
E vem pro Sarau, que é sexta, dia 20 na Adufmat. 😉

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por Talyta Singer
que copiou (quase) tudo do email

A Cia Pessoal de Teatro está abrindo vagas para o Núcleo de Pesquisas Teatrais 2009. A idéia é criar um espaço para troca, pesquisa e encontro entre profissionais das artes cênicas e afins, que estejam abertos ao exercício da criação. Além de ser um recurso para a democratização dos conhecimentos e tecnologias e também um espaço de encontro e fruição do teatro.

Para esta primeira edição do núcleo o tema da pesquisa é  “Dramaturgia do Ator”, com encontros mensais (ou seja, dá pra fazer mesmo se você não mora em Cuiabá). Mas ó, são só 20 vagas. Sendo que, quem já participou do workshop com Amaury Como, que foi uma prévia do núcleo, tem vagas preferenciais.

Interessou? Então baixa a ficha de inscrição aquió e envia para ciapessoal@yahoo.com.br. Na dúvida? Ligue para
8111 2597, 9997 4565 ou 3631 4319.

Mais?
Conheça a Cia Pessoal de Teatro
Boa sorte, teatreiros! 🙂

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por João Pede Feijão
do Movimento Panamby, da Filosofia, do CUCA, do Conexões de Saberes, do PIRA, do FEOP e ufa!



Na próxima quinta (12/03), no Centro Acadêmico de Geografia (que fica no ICHS) às 09:30, será realizada uma reunião aberta de apresentação do FEOP – Fórum dos Estudantes de Origem Popular. A atividade faz parte da programação da Semana do Calouro e é  um espaço político de debate, desenvolvimento e construção da atuação dos estudantes no que tange às questões que envolvem acesso e permanência na universidade pública brasileira.O Fórum dos Estudantes de Origem Popular (FEOP) foi proposto pelos bolsistas do Programa Conexões de Saberes das Instituições Federais de Ensino Superior (IFES).

O Fórum foi idealizado em 2005 no I Seminário Nacional do Programa Conexões de Saberes em Recife na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Nesta ocasião, em deliberação de assembléia com a participação de bolsistas de catorze IFES, que à época intregavam o Programa Conexões, reconheceu-se a importância da construção de um debate que resultasse em ações, acerca da condição de acesso e permanência dos estudantes de origem popular:

a) Quais as dificuldades enfrentadas por estes para ingressar ao ensino superior e, uma vez admitidos, qual as situações de heteronomia sociais de permanência encontrada?

b) Quais as estratégias para se manter na universidade e qual tem sido o papel desta no reconhecimento, ou não, das demandas que tangem a permanência destes?

Importante ressaltar ainda que a universidade pública pode e deve ser discutida pela população brasileira. Por isso convidamos a todos e a todas interessad@s para partciparem do começo desse debate, que esperamos, culmine na conquista de direitos já garantidos pela constituição.

o quê? Reunião de Apresentação do FEOP – Fórum dos Estudantes de Origem Popular
onde? CAGEO – Centro academico de Geoagrafia – ICHS
quando? Quinta (12/03) às 09:30
obs. Chegue cedo, porque tem gente aos montes precisando fazer essa discussão. Mas tá, se não couber na sala, a gente pode ir pro auditório, pro bosque, pro Teatro…

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por Talyta Singer
da Agência Laboratório

imagem meramente ilustrativa

imagem meramente ilustrativa

E eu não tô brincando! O CUCA junto com o Museu da Pré-História Casa Dom Aquino organiza amanhã uma exposição itinerante com peças das exposições de Arqueologia e Paleontologia no saguão do Restaurante Universitário. Você pode ver o material durante o almoço e jantar de amanhã (quinta-feira, dia 5). Na sexta, o material ficará no Saguão do ICET, a tal Rodoviária. Isso, cla-a-ro faz parte da programação da Semana do Calouro, mas os mais ‘históricos’ também estão convidados.

Mais?
Mas lê a notinha lá no blog do CUCA.

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Semanas e Calouros

por Talyta Singer
da Agência Laboratório

flickr.com/tiemisumi

flickr.com/tiemisumi

É sempre um tal de leva ofício pra lá, alguém que chega com alguma idéia ou alguma dificuldade, o computador lento, a coisa rolando. E aos poquinhos as Semanas do Calouro foram acontecendo, assim no plural, porque em 2009 completam-se dois anos da primeira vez que batemos cabeça (e os pés) e resolvemos que íamos SIM fazer alguma coisa que não fosse um trote e nem só uma festa para receber os alunos novos.

E isso tem a ver com não gostarmos de tinta guachê na orelha, andar no sol, pedir dinheiro e ser mal-tratado. Tem um pouco de gostarmos de aprender coisas novas, conhecer pessoas, assistir filme, ver show, trocar figurinhas e dar risada assim meio sem compromisso.

Em 2007, o slogan era Um convite a diversidade e a começava a se espalhar a idéia de que era possível propor atividades alternativas – e construtivas – que se opusessem aos trotes violentos. Naquele ano a logo da Semana do Calouro era uma árvore de gente. Em 2008, mais uma árvore e o Todo Mundo, Tudo Muda pra lembrar que a violência das “boas-vindas” era uma (péssima) tradição, mas que, como todas as pessoas e maus hábitos, podia ser alterada.

E agora 2009. Pensamos em Quando Move, Tudo Envolve. Dá pra ver que não estamos na nossa melhor fase criativa, mas dá pra perceber também que as coisas mudaram (pelo menos) um pouquinho. De tudo que é curso chega a informação de que os Centros Acadêmicos estão preparando atividades bemlegais! de boas-vindas aos recém-chegados, mostrando o que os cursos oferecem, as dificuldades e oferecendo sorrisos.

Não que isso não acontecesse antes, mas a impressão que (pelo menos eu tenho) é de que todo o bafafá da mídia em torno da violência dos trotes e a vontade de fazer diferente vem mobilizando veteranos para que de-verdade trote babaca fique sendo mesmo um fato histórico.

Tá? Então tá, vamos as três coisas que eu queria dizer:
1 – No blog do Observatório de Pesquisa estão sendo linkados diversos textos sobre a origem do trote e artigos relacionados ao assunto. E aí vale também ir pros arquivos do blog e ler o texto que a Vivi escreveu durante a última Semana do Calouro e que tá aqui.

2 – No blog do CUCA você acompanha o desenrolar da programação da Semana do Calouro e o que está acontecendo na UFMT durante as primeiras semanas do ano letivo;

3 – Seja bem-vindo!

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