Código Desconhecido no blog do Cinema na OCA
O filme de Michael Haneke, Código Desconhecido – relato incompleto de diversas viagens, está disponível no blog do Cinema na OCA para download. A ficha técnica está abaixo e clicando na imagem acima você assiste ao trailler. Enjoy!
Ficha técnica: Code Inconnu – Récit Incomplet de Divers Voyages (Código Desconhecido – Relato Incompleto de Diversas Viagens), 2000, França, Alemanha, Romênia. Roteiro e direção: Michael Haneke. Com Juliette Binoche, Thierry Neuvic, Josef Bierbichler, Alexandre Hamidi, Maimouna Hélène Diarra, Ona Lu Yenke.
Mudamos!

Casulo foi o nome escolhido para a sala de produção do Movimento Panamby que, desde o surgimento do grupo em 2006, ficava no Centro Cultural da UFMT. E isso tinha um porquê, já que os primeiros anseios do coletivo foram discutir espaços de vivência e criar um festival que mostrasse a produção científica, artística e cultural universitária, o 24h de Cultura, e o espaço do Centro Cultural vinha ao encontro desses quereres.
No início deste ano, o Panamby formatou seu programa de extensão que agora inclui as aulas da capoeira pelo Quilombo Angola, o núcleo de comunicação Agência Laboratório, a Escola de Circo da UFMT (que logo vai mostrar novidades), o núcleo de pesquisas Observatório, o Cinema na OCA, a Semana do Calouro, a Feira Popular, o Café Cultura e, claro, o 24h de Cultura para mostrar o que todo mundo produziu no decorrer do ano.
E assim ocupamos o Centro Cultural com programação fixa e variada, contribuímos para melhorias na estrutura física e pensamos juntos a reforma que logo deve começar a acontecer por ali. E com meia missão cumprida, mudamo-nos.
Agora, o Casulo e boa parte das atividades do Panamby, estão alojadas em uma sala no RU. E fica o convite: passe por aqui depois do almoço e faça uma visita.
Panamby no Araguaia
Entre o nada e o lugar nenhum, na visão de qualquer urbano, fica o Rio Araguaia, foco de atenção do Projeto Berohokã – O Grande Rio onde o Panamby trabalha na área de pesquisa, levantando informações estatísticas e históricas que expliquem melhor como esse rio corre. Nessas, João Alves, o João Pede Feijão, viaja por algumas das cidades que fazem parte da trajetória do Araguaia buscando dados mais concretos e vivenciando as comunidades que vivem entre o Pará, o Tocantins e o rio. Aguarde novidades.
Quer escrever para a Revista Grifo?
E aí você pensa: ‘vai dizer que a segunda edição ainda não tá pronta?‘. Pois não está. Quando a sala de produção muda de sala e todo o equipamento fica encaixotado nos mesmos dias em que a gráfica da UFMT para de produzir a gente se obriga a atrasar a segunda edição da Revista Grifo. E tem notícia boa, como esta edição ainda não está completamente fechada, ainda dá tempo de você contribuir. Amigo, manda seu texto pra contatogrifo@gmail.com.
Gestores observam a cultura
A Ação Cultural, Associação dos Produtores Culturais de Mato Grosso, está realizando nesta semana o Seminário Gestão, Diversidade e Indicadores Culturais no Palácio da Instrução em Cuiabá. Ontem, terça-feira, Liliana Sousa e Silva e Lúcia Maciel Barbosa de Oliveira, pesquisadoras do Observatório de Cultura do Itaú Cultural presidiram a mesa e falaram de sua experiência com pesquisas na área de cultura. Um trabalho difícil, já que segundo elas (e não é difícil concordar), existe pouco material publicado na área que também enfrenta a dificuldade de conceitualização por ser um campo tão abrangente, a metodologia das pesquisa não divulgadas e a falta de continuidade nas pesquisas. É desse vácuo que surge o Observatório em 2006 e como não poderia deixar de ser, realizou como sua primeira pesquisa o Mapa das Fontes que apresenta uma série de trabalhos brasileiros que abordam dados qualitativos e quantitativos da cultura.
A platéia parecia um pouco distante da realidade apresentada e questionou o acesso à essas publicações (o Observatório disponibiliza todo seu material no site) e resultados. Fica claro que falta braço (mais gente mesmo, pensando) pesquisando e publicando na área da cultura. Nós, que estamos dentro de uma instituição de ensino que tanto quanto prima pelo ensino e extensão, prima pela pesquisa (pelo menos na teoria) devemos ser os primeiros a começar essa tarefa. Claro, vem mais por aí.
Enquanto isso, sinta-se á vontade para entrar no www.itaucultural.org.br e dar uma olhada na produção desse Observatório.





